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26 maio 2016

Sobre o livro "Não, sr. comuna!"




Irmãos, este livro é altamente recomendável a todos os cristãos para que algumas mentiras e mitos que nos ensinaram sejam desmascaradas.

O livro é um "Guia para desmascarar as falácias esquerdistas" e o cumpre muito bem, porque não retruca as ideologias com outra ideologia, mas com dados históricos e estatísticos reais que se exige da maioria das questões.

Há um plano claro de implantação do socialismo em voga em nosso país, conforme seus próprios articuladores tem anunciado. Se tais articuladores fossem meros sonhadores, não traria problemas, mas o fato grave é que eles já estão no poder e em cargos estratégicos em vários pontos de nossa sociedade. E a esquerda globalista atual tem uma agenda de fidelidade à Nova Ordem Mundial, ainda não constituída oficialmente, mas que, por trás dos panos, age unida, conforme já disse aqui na análise do livro "Introdução à Nova Ordem Mundial". 

Paralelamente a isso temos o patrocínio das idéias da Nova Era, que tem a missão de substituir a "hegemonia" do cristianismo na sociedade ocidental. Sobre os perigos reais da Nova Era sendo infiltrada na nossa cultura atual para enfraquecer o cristianismo recomendo a leitura do livro que também comentei aqui, "Nova Era", que é um Documento Oficial do Vaticano feito pro vários organismos juntos.

Voltando então ao comentário do nosso livro, ele desmascara várias idéias que muitos de nós acreditam pois são ensinadas nas escolas por professores doutrinados pela esquerda e disseminados pela mídia também cooptada pelo ideal socialista que não passa de um sonho utópico impossível de implantação.

Mas você pode dizer, "ha, eu não vou me meter nisso, pois não gosto de política! quero só as coisas de Deus e que me interessam...".
Irmão, me desculpe, mas esse pensamento é muito egoísta. Veja o que o Papa Francisco diz a respeito dos cristãos e a política:

«Envolver-se na política é uma obrigação para um cristão», disse Papa Francisco ao responder a perguntas colocadas por algumas das nove mil crianças e jovens de escolas e movimentos Jesuítas com quem se encontrou no Vaticano. Os cristãos não podem «fazer-se de Pilatos, lavar as mãos»: «Devemos implicar-nos na política, porque a política é uma das formas mais elevadas da caridade, visto que procura o bem comum», frisou Francisco. «Os leigos cristãos devem trabalhar na política. Dir-me-ão: não é fácil. Mas também não o é tornar-se padre. A política é demasiado suja, mas é suja porque os cristãos não se implicaram com o espírito evangélico. É fácil atirar culpas... mas eu, que faço? Trabalhar para o bem comum é dever de cristão», apontou.

Isso sem falar no que disse os outros Papas e a Doutrina Social da Igreja... pode ser chato, mas não podemos nos omitir. Temos uma má política porque nos omitimos de participar, exigir, cobrar, entender e até colaborar diretamente, isso depende do chamado de cada um.

O incrível é que o livro desmonta 23 teses da esquerda, e descobri que em várias delas eu acreditei e não  me lembro quando me foi ensinado assim, parece que já estava no meu inconciente... ou será que está num tipo inconciente coletivo nosso? Porque será? Será as influências subliminares culturais de que somos vítimas hoje pela mídia entre outros meios?

Vou listar aqui algumas das mentiras principais. Se você acredita em várias delas, você precisa ler este livro urgente...rs:

MENTIRAS:

"No capitalismo os ricos ficam cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres"

"O nazismo não foi de esquerda"

"O governo tem que aumentar de vez o salário mínimo para um valor bem maior"

"A educação no Brasil não tem viéis ideológico"

"Alguns artistas são esquerdistas porque se preocupam com os menos favorecidos"

"Economia é jogo de soma zero. Para alguém ganhar, outro deve perder. Os pobres são pobres porque os ricos são ricos."

"Nas ditaduras da história não houve um verdeiro socialismo"

"O capitalismo tira a liberdade das pessoas"

"A Revolução Industrial na Inglaterra piorou a vida de mulheres e crianças"

"A culpa da inflação é dos empresários que aumentam os preços dos produtos e serviços"

"A solução para a educação é maior investimento de dinheiro nela"

"O PT não quer o socialismo"

"O PSDB é um partido liberal de direita"

Isso é só uma amostra. Há muito mais informações. E o que me fez gostar ainda mais do livro é que ele aborda de forma simples, sem aquele linguajar teórico complexo de entendimento pela maioria. É muito fácil de entendimento por todos e o livro tem uma estética agradável com algumas figuras que retratam cada tema específico.

Recomendo, pois sabemos os males que estas ideologias tem feito ao influenciar nossos jovens nas escolas roubando deles a verdadeira fé e o verdadeiro valor da política tal como foi construída em milênios de pensamentos e ações.

Recomendo assistirem os 8 vídeos disponíveis no youtube do programa "Talk Show com Evandro Sinotti", o autor do livro, um programa de entrevistas e debates políticos que foi ao ar em 2014:

https://www.youtube.com/channel/UCou8RLI69bMShhe_ziija-Q/videos

E também o canal do autor do livro no Youtube:

https://www.youtube.com/channel/UCiYbxOAS_IOJhCXGVRs81lw/videos

Recomendo também o curso do Padre Paulo Ricardo: Curso Marxismo e Revolução Cultural

https://padrepauloricardo.org/aulas/visao-historica



Para terminar gostaria de citar alguns sites a respeito de política que considero de confiança:

 http://www.mises.org.br/

http://www.midiasemmascara.org/

http://omarxismocultural.blogspot.com.br/

Há muito mais sites lúcidos para nos desintoxicar das mentiras da mídia em voga. Um meio mais fácil para acompanhar as notícias dos sites principais eu recomendo acompanhar um canal excelente no Telegram, que é o Filosofando. Tenha o telegram instalado no seu celular ou PC e acesse o link abaixo:

https://telegram.me/filosofando


Deus nos abençoe, nos dê sabedoria para entender, coragem para denunciar os erros e amor para levar os irmãos à verdade que é Cristo!


31 julho 2012

Encontrados no Santo Sudário restos de ungüentos de 2 mil anos atrás



A investigadora italiana Marzia Boi assegurou em Valência que os restos de pólen encontrados no Santo Sudário de Turim não só correspondem com os que foram se depositando fortuitamente no tecido ao longo da história, mas também guardam uma correspondência “com os dos ungüentos e flores que se utilizavam para ritos funerários há 2.000 anos”, informou a Arquidiocese de Valência em um comunicado.
O trabalho da pesquisadora, exposto no Congresso Internacional sobre o Santo Sudário que se celebra em Valência, se acrescenta a outros estudos apresentados neste simpósio que mostram a compatibilidade entre o corpo envolvido com a Síndone e o de Jesus Cristo.
Em sua exposição, Marzia Boi, que trabalha no laboratório de Botânica do departamento de Biologia da Universidade das Ilhas Balear, argumentou também que no Evangelho se descreve que a sepultura de Jesus foi realizada com honras de reis, “o que implicava a preparação do cadáver com bálsamos e óleos”.
Ao analisar no microscópio as fotos dos polens extraídos em anteriores investigações sobre o Santo Sudário, a investigadora identificou tipos de plantas que “conforme está documentado desde antigo”, eram usualmente utilizadas para os enterros.
Entre elas, no Santo Sudário há polens principalmente de Helichrysum, segundo sua observação, assim como láudano, terebinto, gálbano aromático ou lentisco.
A identificação dessas plantas supõe, segundo a Dra. Boi, “um dado adicional que confirma que o homem do Sudário só poderia ser Jesus”.
A investigadora indicou que a revisão por parte de especialistas paleólogos de todos os “polens do sudário ajudaria a identificá-los melhor”. Do mesmo modo, ela reparou em que os óleos e ungüentos presentes no manto o conservaram por conterem potentes elementos repelentes de insetos e fungos.
fonte: www.catolicosdobrasil.com.br



05 abril 2012

O Santo Sudário: a verdade sobre o Carbono 14



Um documentário-enquete revela os erros e mentiras da datação medieval
Análise do Santo SudárioPor Luca Marcolivio
ROMA, terça-feira, 03 de março de 2012 (ZENIT.org ) – Produzido pela Polifemo SRL e pela RAI Trade, o documentário-enquete A noite do Sudário, busca esclarecer, com documentos inéditos, as muitas dúvidas sobre a datação do Sudário por meio do carbono 14.
Na entrevista concedida ao ZENIT, Francesca Saracino, diretora do documentário, explicou como foi realizado este estudo, com a capacidade de desenmascarar as desleais e anti-científicas manobras de quem, espertamente, pretendeu colocar a datação do Sudário numa época medieval.
Senhora Saracino, como chegou nas conclusões ilustradas no seu documentário?
Saracino: Há oito anos me dedico ao Sudário. A noite do Sudário é o terceiro documentário de uma trilogia: o primeiro foi O Sacro Sudário a história que foi distribuida pela Mimep-Docete e teve um discreto sucesso, com 2000 cópias vendidas. O segundo documentário é uma versão prolongada do primeiro documentário com algumas entrevistas exclusivas, entre as quais aquela da doutora Barbara Frale, que tinha feito novas descobertas sobre a questão. O segundo documentário agradou muito a redação de TG2 Dossier que o colocou no ar em 2009 num programa especial. Existe portanto um quarto documentário, que nós apresentamos uma pré-montagem no Meeting de Rimini em 2010, que logo terminaremos.
Aquele apresentado agora, o deixei conscientemente por último, porque sabia que teria sido o mais complicado de realizar. Neste terceiro episódio ocupo-me exclusivamente do Carbono 14 mas de uma maneira diversa de como foi afrontado até agora. Normalmente fala-se muito do Carbono 14 nos documentários mas, do meu ponto de vista, nunca se aprofundou bastante. Me comprometi a entrar mais nas “escuridões profundas” do tema, dado que a datação é uma das questões mais controversas do Santo Sudário. Além de novos documentos inéditos, conseguimos obter algumas entrevistas exclusivas de estudiosos, reconhecidos a nível internacional, que não falavam sobre há mais de 20 anos. Assim, de documentário, como era o objetivo, virou uma autêntica e verdadeira enquete.
Foram empregados dois anos e meio para completar o documentário e certamente não esperava que teríamos conseguido resultados tão importantes. Sobre o Carbono 14 em todos estes anos fizeram-se muitas hipóteses: por exemplo que o resultado possa ter sido “dirigido” para fazer que o Sudário tivesse uma datação medieval. No final nos demos conta de que tal hipóteses tinham de fundo uma verdade. Apareceram uma série de problemáticas que recolocam em discussão todas as certeza sobre o Carbono 14. Houve também sujeitos “externos” que não tinham nada a ver com a datação, que intervieram, dando uma contribuição negativa àquela que devia ser uma análise a ser desenvolvida do modo mais escrupuloso possível. E tudo isso é provado por documentos inéditos.
Queremos provar que a análise do carbono 14 não foi feito de modo correto. O nosso objetivo não é demonstrar que o Sudário seja verdadeiro ou falso: serão as pessoas, vendo o documentário que tirarão por si só as conclusões.
È verdade que existem pessoas que tem medo da verdade sobre o Sudário?
Saracino: Quando em 1988 foi feita a análise do carbono 14, o relativo documentário mostra que muitos estudiosos estava interessados no Sudário como objeto, enquanto que outros estavam interessados numa questão de prestígio pessoal ou, ao menos, de prestígio que teria adquirido o departamento pelo qual trabalhamos. Até mesmo o laboratório de Oxford parece que recebeu 1 milão de esterlinas, de 45 homens de negócio, para demonstrar que o Sudároi era uma falsificação medieval. É evidente que algo não estava bem…
Você acha que se chegará a uma verdade sobre o Sudário? Ou ao menos, em que nível de veracidade poderão chegar as investigações?
Saracino: È claro que o Sudário é um objeto difícil de analizar. Durante uma projeção me foi perguntado porque a Igreja não faz reexaminar o objeto. Até mesmo o inventor do radiocarbono, Libby, quando soube que o Sudário teria sido submetido ao Carbono 14, disse que teria sido uma operação destinada ao fracasso. O STURP teria submetido uma série de 25 exames preliminares justo para achar todos os tipos de poluentes possíveis e fazer a mais correta análise possível. Todos estes exames preliminares – exceto o carbono 14 – foram abolidos, embora o então cardeal Ratzinger o tivesse sempre encorajado. Se hoje quiséssemos submeter o Sudário a uma nova datação, teria sido necessário, antes de tudo, efetuar estas 25 análises preliminares para descobrir os poluentes, para depois proceder seguindo um protocolo escrupuloso. Certamente que as muitas exposições públicas e a recente restauração do Sudário poderiam de qualquer forma ter alterado um eventual novo resultado.
Qual acolhida está tendo o documentário seja a nível de crítica seja a nível de público?
Saracino: O resultado até agora foi muito positivo. Tivemos uma projeção privada à qual assistiu Barry Schwortz, membro do STURP, a equipe que estudou o Sudário em 1978. O comentário de Schwortz foi entusiasta e disse que finalmente, pela primeira vez depois de anos tinha sido feito um documentário que não tinha medo de ilustrar a verdade sobre o Carbono 14 e sobre os bastidores do que aconteceu antes da datação. Schwortz falou disso na América e nos disse que ali há uma grande espera pelo nosso documentário. Já alguns livros americanos falam também.
O documentário foi apresentado como premier no interior do Roma Fiction Fest em Setembro de 2011 e também na projeção da quarta-feira passada no Ateneu Pontifício Regina Apostolorum, as impressões foram entusiasmantes: nos disseram que aquelas que antes eram só hipóteses, agora foram verificadas.
A novidade do nosso documentário é que trata o carbono 14 como nunca tinha sido feito antes. Não tinha nenhum sentido fazer um novo documentário sobre o carbono 14 que fosse igual aos outros: também a nível comercial não teria tido nem sequer sucesso estratégico financeiro.
Veremos logo o documentário na televisão?
Saracino: Há um acordo em fase de definição com uma casa distribuidora. Ainda não posso dar detalhes, só antecipar que é uma das mais importantes distribuidoras da Itália e que garantirá que o documentário tenha uma difusão capilar. Agora o documentário está dando voltas – também no exterior – em Congressos e salas privadas, como aquela do UPRA.
Na televisão encontramos mais obstáculos, não tanto pelo aspecto econômico, mas de conteúdo definido “forte” por algumas produtoras que, portanto, estão tomando um tempo para decidir. O nosso é um documentário rico de informações e complexo para ser acompanhado: colocá-lo no ar na alta noite não seria sem dúvida o maior sucesso. Apontamos à faixa horária do início da noite que, porém, notoriamente, está sempre lotado. Esperamos encontrar um acordo até o outono.
[Tradução Thácio Siqueira]

Fonte: http://www.sentinelacatolico.com.br/index.php/2012/04/sudrio-a-verdade-sobre-o-carbono-14/

18 fevereiro 2012

Cientistas ateus?


Outro falso mito que “corre solto” é que os cientistas não acreditam em Deus. Em si, o fato não teria nada de mais, já que encontramos ateus de todas as profissões e de todas as categorias sociais. Este mito tem, na verdade, pretensões maiores do que parece à primeira vista: quer dar a entender que todas as pessoas verdadeiramente inteligentes e esclarecidas não aderem às “fábulas” ou aos “mitos” religiosos; e os cientistas, esses “homens geniais”, levados pelas demonstrações da sua ciência, chegaram à conclusão inevitável de que Deus simplesmente não existe.

Nada mais distante da verdade; um conhecimento superficial da vida de alguns cientistas poderia dar uma impressão desse tipo, mas um estudo mais profundo mostra sempre que os contados casos de ateísmo são muito mais uma conseqüência de circunstâncias ou de problemas pessoais do que uma atitude decorrente de conclusões científicas. De fato, até hoje ninguém apresentou nenhum argumento verdadeiramente sério sobre a inexistência de Deus, e muito menos baseado em conclusões científicas.

É um fato que houve cientistas que foram ateus ou que abandonaram a prática da religião, como por exemplo Madame Curie, polonesa de origem, nascida e educada na religião católica, que se desinteressou da religião ao ficar abalada pela morte da mãe. Só temos a dizer que é uma pena. Por outro lado, ao longo de toda a história, poderíamos citar uma quantidade enorme de cientistas e de filósofos que acreditavam em Deus, que viveram a sua religião ou até mesmo eram pessoas de comunhão diária, como Pasteur. Muitos deles, além disso, manifestaram as suas convicções publicamente, em mais de uma oportunidade. Descartes e Galileu morreram como bons cristãos, com todos os sacramentos; Leibniz escreveu uma obra denominada Teodicéia (“Justificação de Deus”) contra o ateísmo. Platão e Aristóteles, sobre os quais não pesa a “suspeita” de serem considerados cristãos ou católicos, já que viveram antes de Cristo, apresentaram inúmeras provas da existência de Deus, com argumentos puramente racionais. Em Newton e Kepler encontramos almas profundamente cristãs, que não tiveram o menor receio de falar de Deus nos seus escritos. Mendel, o iniciador da genética, fez as suas experiências com ervilhas nos terrenos do mosteiro de que era abade. Copérnico, reintrodutor moderno do sistema heliocêntrico, era clérigo. Para não alongarmos demasiado o texto com explicações, apresentamos a seguir depoimentos de alguns cientistas sem acrescentar-lhes maiores comentários e restringindo-nos somente a alguns que já fazem parte da história.

(1) Citações extraídas do folheto Gott existiert, reproduzidos em Pergunte e Responderemos, ano XXIX, n. 316, setembro de 1988.


1. Isaac Newton (1642-1727), fundador da física clássica e descobridor da lei da gravidade: “A maravilhosa disposição e harmonia do universo só pode ter tido origem segundo o plano de um Ser que tudo sabe e tudo pode. Isto fica sendo a minha última e mais elevada descoberta”.

2. William Herschel (1738-1822), astrônomo alemão, descobridor do planeta Urano: “Quanto mais o campo das ciências naturais se dilata, tanto mais numerosas e irrefutáveis se tornam as provas da eterna existência de uma Sabedoria criadora e todo-poderosa”.

3. Alessandro Volta (1745-1827), físico italiano, descobridor da pilha elétrica e inventor, cujo nome deu origem ao termo voltagem: “Submeti a um estudo profundo as verdades fundamentais da fé, e [...] deste modo encontrei eloqüentes testemunhos que tornam a religião acreditável a quem use apenas a sua razão”.

4. André Marie Ampère (1775-1836), físico e matemático francês, descobridor da lei fundamental da eletrodinâmica, cujo nome deu origem ao termo amperagem: “A mais persuasiva demonstração da existência de Deus depreende-se da evidente harmonia daqueles meios que asseguram a ordem do universo e pelos quais os seres vivos encontram no seu organismo tudo aquilo de que precisam para a sua subsistência, a sua reprodução e o desenvolvimento das suas virtualidades físicas e espirituais”.

5. Jons Jacob Berzelius (1779-1848), químico sueco, descobridor de inúmeros elementos químicos: “Tudo o que se relaciona com a natureza orgânica revela uma sábia finalidade e apresenta-se como produto de uma Inteligência Superior [...]. O homem [...] é levado a considerar as suas capacidades de pensar e calcular como imagem daquele Ser a quem ele deve sua existência”.

6. Karl Friedrich Gauss (1777-1855), alemão, considerado por muitos como o maior matemático de todos os tempos, também astrônomo e físico: “Quando tocar a nossa última hora, teremos a indizível alegria de ver Aquele que em nosso trabalho apenas pudemos pressentir”.

7. Agustin-Louis Cauchy (1789-1857), matemático francês, que desenvolveu o cálculo infinitesimal: “Sou um cristão, isto é, creio na divindade de Cristo como Tycho Brahe, Copérnico, Descartes, Newton, Leibniz, Pascal [...], como todos os grandes astrônomos e matemáticos da antigüidade”.

8. James Prescott Joule (1818-1889), físico britânico, estudioso do calor, do eletromagnetismo e descobridor da lei que leva o seu nome: “Nós topamos com uma grande variedade de fenômenos que [...] em linguagem inequívoca falam da sabedoria e da bendita mão dO Grande Mestre das obras”.

9. Ernest Werner von Siemens (1816-1892), engenheiro alemão, inventor da eletrotécnica e que trabalhou muito no ramo das telecomunicações: “Quanto mais fundo penetramos na harmoniosa dinâmica da natureza, tanto mais nos sentimos inspirados a uma atitude de modéstia e humildade; [...] e tanto mais se eleva a nossa admiração pela infinita Sabedoria, que penetra todas as criaturas”.

10. William Thompson Kelvin (1824-1907), físico britânico, pai da termodinâmica e descobridor de muitas outras leis da natureza: “Estamos cercados de assombrosos testemunhos de inteligência e benévolo planejamento; eles nos mostram através de toda a natureza a obra de uma vontade livre e ensinam-nos que todos os seres vivos são dependentes de um eterno Criador e Senhor”.

11. Thomas Alva Edison (1847-1931), inventor, com mais de 2.000 patentes, entre elas a da lâmpada elétrica: “Tenho [...] enorme respeito e a mais elevada admiração por todos os engenheiros, especialmente pelo maior deles: Deus!”.

12. Guglielmo Marconi (1874-1937), físico italiano, inventor do telégrafo sem fio, prêmio Nobel em 1909: “Declaro com ufania que sou homem de fé. Creio no poder da oração. Creio nisto não só como fiel cristão, mas também como cientista”.

13. John Ambrose Fleming (1849-1945), físico britânico, descobridor da válvula e do diodo: “A grande quantidade de descobertas modernas destruiu por completo o antigo materialismo. O universo apresenta-se hoje ao nosso olhar como um pensamento. Ora, o pensamento supõe a existência de um pensador”.

14. Arthur Eddington (1882-1946), físico e astrônomo britânico: “A física moderna leva-nos necessariamente a Deus”.

15. Max Plank (1858-1947), físico alemão, criador da teoria dos quanta, prêmio Nobel em 1928: “Para onde quer que se estenda o nosso olhar, em parte alguma vemos contradição entre ciências naturais e religião, antes encontramos plena convergência nos pontos decisivos. Ciências naturais e religião não se excluem mutuamente, como hoje em dia muitos pensam e receiam, mas completam-se e apelam uma para a outra. Para o crente, Deus está no começo; para o físico, Deus está no ponto de chegada de toda a sua reflexão”.

16. Albert Einstein (1879-1955), físico judeu alemão, criador da teoria da relatividade, prêmio Nobel em 1921: “Todo o profundo pesquisador da natureza deve conceber uma espécie de sentimento religioso, pois não pode admitir que seja ele o primeiro a perceber os extraordinariamente belos conjuntos de seres que contempla. No universo, incompreensível como é, manifesta-se uma inteligência superior e ilimitada. A opinião corrente de que sou ateu baseia-se num grande equívoco. Quem a quisesse depreender das minhas teorias científicas, não teria compreendido o meu pensamento”.

17. Carl Gustav Jung (1875-1961), suíço, um dos fundadores da psicanálise: “Entre todos os meus pacientes na segunda metade da vida, isto é, tendo mais de 35 anos, não houve um só cujo problema mais profundo não fosse constituído pela questão da sua atitude religiosa. Todos, em última instância, estavam doentes por terem perdido aquilo que uma religião viva sempre deu aos seus adeptos, e nenhum se curou realmente sem recobrar a atitude religiosa que lhe fosse própria”.

18. Werner von Braun (1912-1977), físico alemão radicado nos Estados Unidos e naturalizado norte-americano, especialista em foguetes e principal diretor técnico dos programas da NASA (Explorer, Saturno e Apolo), que culminaram com a chegada do homem à lua: “Não se pode de maneira nenhuma justificar a opinião, de vez em quando formulada, de que na época das viagens espaciais temos conhecimentos da natureza tais que já não precisamos de crer em Deus. Somente uma renovada fé em Deus pode provocar a mudança que salve da catástrofe o nosso mundo. Ciência e religião são, pois, irmãs, e não pólos antitéticos”. E: “Quanto mais compreendemos a complexidade da estrutura atômica, a natureza da vida ou o caminho das galáxias, tanto mais encontramos razões novas para nos assombrarmos diante dos esplendores da criação divina”.

Será mesmo que todos os cientistas são ateus?

10 agosto 2011

Teoria do Design Inteligente



Esse documentário científico esclarece bem uma teoria alternativa à da evolução de Darwin, A Teoria do Design Inteligente.
Atenção você que é estudante, assista a esse documentário e esclareça a si e a seus colegas de classe sobre o assunto!
Parte 1:

Parte 2:

Parte 3:

Parte 4:

Parte 5:

Parte 6:

Parte 7:

03 agosto 2011

A Igreja Católica e a Ciência


Albert Einstein
Poucas pessoas conhecem a atuação da Igreja Católica em favor da humanidade. Uma das mais antigas críticas é que a Igreja Católica foi contra o desenvolvimento da ciência. 

O artigo do professor Fabrício de Paula Leitão, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte,  dá uma mostra da atuação da Igreja em favor da ciência, não discriminando os cientistas nomeados para Pontifícia Academia de Ciências Sociais do Vaticano, a mais antiga do Mundo.  

 E mostra, também, que os grandes cientistas Louis Pasteur  -  “a pouca ciência afasta de Deus, mas a muita aproxima de Deus”-  e Albert Einstein  -“quanto mais acredito na ciência, mai s acredito em Deus, o universo é inexplicável sem Deus”- afirmaram  que a ciência e a fé devem caminhar juntas.

Ciência e FéPor Fabrício de Paula Leitão
A Tribuna do Norte do dia 03 de fevereiro publicou um artigo do professor universitário e economista Alcir Veras com o titulo “Einstein fora do CNPq”. O titulo deste artigo foi inspirado num momento de humor-irônico durante recente entrevista que o cientista brasileiro, de elevado prestígio internacional, Miguel Nicolélis, concedeu ao Jornal O Estado de São Paulo, sobre a situação em que se encontra atualmente a pesquisa científica no Brasil. É uma crítica a atividade cientifica brasileira, que ele considera extremamente elitizada, com instituições de pesquisa dominadas por normas burocratas com exigências e critérios curriculares tão absurdos que o maior gênio da física, Albert Einstein provavelmente hoje não seria admitido como pesquisador no CNPq.

Trata-se de uma crítica severa a atual política educacional do país, com enfoque na área da pesquisa feito por um dos maiores neurocientista do mundo e com repercussão no meio científico.
Por outro lado, extraio deste artigo a informação da recente nomeação do cientista Miguel Nicolélis para membro da Pontifícia Academia de Ciências Sociais do Vaticano.
Lamentavelmente, nenhum meio de comunicação deu ênfase a esse acontecimento de grande importância para a ciência brasileira e internacional, e que enche de orgulho de ver um brasileiro pertencer à primeira academia científica do mundo do qual Galileu Galilei foi um dos seus membros. Anteriormente, apenas dois cientistas brasileiros participaram desta Academia, o geneticista Crodowaldo Pavan e o médico Carlos Chagas que durante quatros mandatos consecutivos, entre os anos de 1972 e 1988 esteve na presidência da Academia Pontifícia de Ciências do Vaticano.

A Pontifícia Academia das Ciências foi fundada em Roma, em 1603,com o nome de Academia dos Linces, por Frederico Cesi, e tem como objetivo promover a pesquisa e examinar questões cientifica de interesse da Igreja. Atualmente, conta com aproximadamente 80 membros nomeado pelo Papa Bento XVI, sob indicação do corpo acadêmico, sem nenhum tipo de descriminação, muitos dos cientistas-membros não são católicos.
A própria nomeação do cientista Miguel Nicolelis é a prova dessa imparcialidade, pois o mesmo é ateu convicto e defende posições contrárias as defendidas pela a igreja católica no plano doutrinário e social. Por sua vez o atual presidente da Academia o biólogo suíço Werner Arber, um dos ganhadores do Prêmio Nobel de Medicina em 1978, é hoje o primeiro presidente não Católico a presidir esta instituição desde a sua fundaç ão. O que demonstra a imparcialidade das decisões da Academia, sem a mínima interferência religiosa numa total harmonia entre a razão e a fé.

Acredito que não existe nenhuma instituição cientifica no mundo, que tenha acumulado durante esses anos mais cientistas com o titulo de Prêmio Nobel do que a Pontifícia Academia de Ciências do Vaticano. É uma lista extensa, inclusive vários deles foram indicados membros acadêmicos, antes de receberem este prêmio de prestígio internacional.
Devido à extensão da lista, citarei alguns, entre eles incluem: Ernest Rutherford (Química 1908); Guglielmo Marconi (Física, 1909); Alexis Carrel (Fisiologia, 1912); Max Von Laue (Física, 1914); Max Planck (Física, 1918); Niels Bohr (Física, 1922); Werner Heisenberg (Física, 1932); Paul Dirac (Física, 1 933); Erwin Schrödinger (Física, 1933); Peter J.W. Debye (Química 1936); Otto Hahn (Química 1944)........ ...... Ryoji Noyori (Química 2001), totalizando o período de1908 a 2001, mais de quarenta cientistas possuidores do Prêmio Nobel em diversas áreas da ciência.
O Papa Bento XVI ultimamente acabou também de nomear como membros da Academia dois Prêmios Nobel: o físico Klaus Von Klitzing e o químico taiwanês Yuan Tseh-Lee Aqueles que defendem o antagonismo entre a fé e a razão, continuam a difamar a igreja por não conhecer a grande contribuição cultural e científica que a igreja deixou para a civilização ocidental. Com o fim do império romano e a invasão dos povos bárbaros durante seis séculos, a única instituição que contribui para a permanência cultural e social da Europa foi à igreja. Quem fundou as primeiras Universidades foi a igreja, exatamente na Idade Média, entre elas podemos citar a de Salerno e Bolonha na Itália, Oxford e Cambridge na Inglaterra e Sorbonne na França. A ciência foi sempre parceira da caminhada da igreja na historia da humanidade, uma no campo material outra no campo espiritual mas ambas obras do mes mo Deus.
As importantes obras literárias de São Tomás de Aquino que por volta do século XIII já demonstrava que “entre a fé cristã e a razão subsiste harmonia natural”. Jamais há oposição entre fé e a ciência, pois onde termina o limite estreito de alcance da ciência, começa o horizonte infinito da fé e ambas se completam. Que bela frase dita pelo cientista Frances Louis Pasteur “a pouca ciência afasta de Deus, mas a muita aproxima de Deus”. Assim também expressava o prêmio Nobel de Física de 1921, Albert Einstein “quanto mais acredito na ciência, mai s acredito em Deus, o universo é inexplicável sem Deus”.
Parabéns Miguel Nicolelis, esta terra Natal que lembra o nascimento de Cristo que você escolheu para jogar a semente do seu instituto de neurociência assemelhe a parábola do semeador na esperança de que... “Outras, enfim, caíram em terra boa: deram frutos, cem por um, sessenta por um, trinta por um. Aquele que tem ouvidos, ouça”. (Mc 13,7-9)
Por Fabrício de Paula Leitão - Arquiteto e professor da UFRN
Fonte:  Tribuna do Norte -Natal/RN - 27 de Fevereiro de 2011 às 00:00n

28 julho 2011

O problema do mal

SALVADOR, terça-feira, 26 de julho de 2011 (ZENIT.org) - "Você acredita em Deus?" Com essa pergunta, a jornalista terminava uma longa entrevista com um conhecido esportista nacional. A resposta que ele lhe deu chamou minha atenção, porque expressa o que muita gente pensa a respeito do problema do mal. O drama e a angústia do esportista são a angústia e o drama de inúmeras pessoas, em situações, épocas e lugares diferentes: "É difícil dizer que acredito em Deus. Quanto mais desgraças vejo na vida, menos acredito em Deus. É uma confusão na minha cabeça; não encontro explicação para o que acontece. Por que é que meu filho nasce em berço de ouro, enquanto outro, infeliz, nasce para sofrer, morrer de doença, e há tudo isso de triste que a gente vê na vida? É uma coisa que não entendo e, como não tenho explicação, é difícil de acreditar em um Ser superior."

O mal, o sofrimento e a doença fazem parte de nosso cotidiano. As injustiças, a fome e a dor são tão frequentes em nosso mundo que parecem ser normais e obrigatórias. Fôssemos colocar em uma biblioteca todos os livros já escritos para tentar explicar o porquê dessa realidade, ficaríamos surpresos com sua quantidade.

Para o cristão, mais do que um culpado, o mal tem uma causa: a liberdade. Fomos criados livres, com a possibilidade de escolher nossos caminhos. Podemos, pois, fazer tanto o bem quanto o mal. Se não tivéssemos inteligência e vontade, não existiria o mal no mundo; se fossemos meros robôs, também não. Por outro lado, sem liberdade não haveria o bem e nem saberíamos o que é um gesto de amor. Também não conheceríamos o sentido de palavras como gratidão, amizade, solidariedade e lealdade.

O mal nasce do abuso da liberdade ou da falta de amor. Nem sempre ele é feito consciente ou voluntariamente. Quanto sofrimento acontece por imprudência! Poderíamos recordar os motoristas que abusam da velocidade ou que dirigem embriagados, e acabam mutilando e matando pessoas inocentes. Não é da vontade de Deus que isso aconteça. Mas Ele não vai corrigir cada um de nossos erros e descuidos. Não impedirá, por exemplo, que o gás que ficou ligado na casa fechada asfixie o idoso que ali dorme. Repito: Deus não intervém a todo momento para modificar as leis da natureza ou para corrigir os erros humanos.

O que mais nos angustia, talvez pela gravidade das consequências, é o mal causado pela violência, pelo ódio e egoísmo. Os assassinatos e roubos, os sequestros e acidentes, as guerras e destruições são como que pegadas da passagem do homem pelo mundo. O mal acontece porque usamos de forma errada nossa liberdade ou não aceitamos o plano de Deus, expresso nos mandamentos. Quando nos deixamos levar pelo egoísmo e seguimos nossas próprias ideias, construímos o nosso mundo, não o mundo desejado por Deus para nós.

Outro imenso campo de sofrimento é o das injustiças. Quantos se aproveitam de sua posição e de seu poder para se enriquecer sempre mais, à custa da miséria dos fracos e do sofrimento dos indefesos! Terrível poder o nosso: podemos fechar-nos em nosso próprio mundo e contemplar, indiferentes, a desgraça dos outros.

Não se pode, também, esquecer o mal causado pela natureza, quando suas leis não são respeitadas. Com muita propriedade, o povo diz: "Deus perdoa sempre; o homem, nem sempre; a natureza, nunca!" A devastação das florestas e a contaminação das águas fluviais trazem consequências inevitáveis, permanentes e dolorosas para a vida da humanidade. Culpa de Deus?...

Diante do mal, não podemos ter uma atitude de mera resignação. Cristo nos ensina a lutar, combatendo o mal em suas causas. O bom uso da liberdade e a prática do bem nos ajudarão a construir o mundo que o Pai sonhou para nós. Descobriremos, então, que somos muito mais responsáveis por nossos atos do que imaginamos. Fugir dessa responsabilidade, procurando fora de nós a culpa de nossos erros é uma atitude cômoda, ineficiente e incoerente. Assumirmos a própria história, colocando nossas capacidades a serviço dos outros, é uma tarefa exigente, sim, mas que nos dignifica e nos realiza como seres humanos e filhos de Deus.

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Por Dom Murilo Krieger
arcebispo de Salvador da BA

13 julho 2011

Entrevista filósofo Luiz Felipe Pondé - teologia da libertação, cristianismo e política

Fonte: Dom Luiz Bergonzini

Filósofo Luiz Felipe Pondé
Luiz Felipe Pondé, 52 anos, é filosofo brasileiro. Concedeu entrevista para Jerônimo Teixeira, da revista Veja, publicada nas páginas amarelas da edição n.2225, de 13.07.2011. Falou de religião e política . Veja algumas das perguntas e respostas:

Em seus ensaios, o senhor delineou um cenário exemplar do mundo atual: o jantar inteligente. O que vem a ser isso? 
É uma reunião na qual há uma adesão geral a pacotes de ideias e comportamentos. Pode ser visto como a versão contemporânea das festas luteranas na Dinamarca do século XIX, que o filósofo Soren Kierkegaard criticava por sua hipocrisia. Esse vício migrou de um cenário no qual o cristianismo era a base da hipocrisia para uma falsa espiritualidade de esquerda. Como a esquerda não tem a tensão do pecado, ela é pior do que o cristianismo.

Como assim?
A esquerda é menos completa como ferramenta cultural para produzir uma visão de si mesma. A espiritualidade de esquerda é rasa. Aloca toda a responsabilidade do mal fora de você:  o mal está na classe social, no capital, no estado, na elite. Isso infantiliza o ser humano. Ninguém sai de um jantar inteligente para se olhar no espelho e ver um demônio. Não: todos se vêem como heróis que estão salvando o mundo por andar de bicicleta.

Por que a política não pode ser redentora ?
O cristianismo, que é religião hegemônica no Ocidente, fala do pecador, de sua busca e de seu conflito interior. É uma espiritualidade riquíssima,  pouco conhecida por causa do estrago feito pelo secularismo extremado. Ao lado de sua vocação repressora institucional, o cristianismo reconhece que o homem é fraco, é frágil. As redenções políticas não têm isso. Esse é um aspecto de pensamento de esquerda que eu acho brega. Essa visão do homem sem responsabilidade moral. O mal está sempre na classe social, na relação econômica, na opressão do poder. Na visão medieval, é a graça de Deus que redime o mundo. É um conceito complexo e fugidio. Não se sabe se alguém é capaz de ganhar as graças por seus próprios méritos ou.  se é Deus na sua perfeição que concede a graça. Em qualquer hipótese, a graça não depende de um movimento positivo de um grupo. Na redenção política, é sempre coletivo, o grupo que assume o papel de redentor. O grupo, como a história do século XX nos mostrou, é sempre opressivo.

Em que o cristianismo é superior ao pensamento de esquerda?
Pegue a ideia de santidade. Ninguém, em nenhuma teologia de tradição cristã - nem a judaica ou islâmica -, pode dizer-se santo. Nunca. Isso na verdade vem desde Aristóteles: ninguém pode enunciar a própria virtude.  A virtude de um homem é enunciada pelos outros homens. Na tradição católica - o protestantismo não tem santos -, o santo é sempre alguém que, o tempo todo, reconhece o mal em si mesmo.  O clero da esquerda, ao contrário, é movido por um sentimento de pureza.  Considera sempre o outro como um porco capitalista, o burguês.  Ele próprio não. Ele está salvo, porque recicla lixo, porque vota no PT, ou em algum partido que se acha mais puro ainda, como o PSOL,  até porque o PT já está meio melado. Não há contradição interior na moral esquerdista. As pessoas se autointitulam santas e ficam indignadas com o mal do outro.

Quando o cristianismo cruza o pensamento de esquerda, como o caso da Teologia da Libertação, a humildade se perde?
Sim, Eu vejo isso empiricamente em colegas da Teologia da Libertação. Eles se acham puros. Tecnicamente, a Teologia da Libertação é, por um lado, fiel herdeira da tradição cristã. Ela vem da crítica social que está nos profetas de Israel, no Antigo Testamento. Esses profetas falavam mal do rei, mas sem idealizar o povo. O cristianismo é descendente principalmente desse viés do judaísmo. Também o cristianismo nasceu questionando a estrutura social. Até aqui, isso não me parece um erro teológico. Só que a Teologia da Libertação toma como ferramenta o marxismo, e isso sim é um erro. Um cristão que recorre a Marx, ou Nietzsche - a quem admiro -,  é como uma criança que entra na jaula do leão e faz bilu-bilu na cara dele. É natural que a Teologia da Libertação, no Brasil, tenha evoluído para Leonardo Boff, que já não tem nada de cristão. Boff evoluiu para um certo paganismo Nova Era - e já nem é marxista tampouco. A Teologia da Libertação é ruim de marketing. É como já se disse: enquanto a Teologia da Libertação fez a opção pelo pobre, o pobre fez a opção pelo pentecostalismo.

O senhor acredita em Deus? 
Sim. Mas já fui ateu por muito tempo. Quando digo que acredito em Deus, é porque acho essa uma das hipóteses mais elegantes em relação, por exemplo, à origem do universo. Não é que eu rejeito o acaso ou a violência implícitos no Darwinismo - pelo contrário. Mas considero que o conceito de Deus na tradição ocidental é, em termo filosóficos, muito sofisticado. Lembro-me sempre de algo que o escritor inglês Chesterton dizia: não há problema em não acreditar em Deus; o problema é que quem deixa de acreditar em Deus começa a acreditar em qualquer outra bobagem, seja na história, na ciência ou em si mesmo, que é a coisa mais brega de todas. Só alguém muito alienado pode acreditar em si mesmo. Minha posição teológica não é obvia e confunde muito as pessoas.  Opero no debate público assumindo os riscos do niilismo, e sou muitas vezes acusado de niilista. Quase nunca alcanço a hipótese de Deus no debate moral, filosófico ou político. Do ponto de vista político, a importância que vejo na religião é outra. Para mim, ela é uma fonte de hábitos morais, e historicamente oferece resistência à tendência do estado moderno de querer fazer a cura das almas, como se dizia na Idade Média - querer se meter na vida moral das pessoas.

Por que o senhor deixou de ser ateu?
Comecei a achar o ateísmo aborrecido, do ponto de vista filosófico. A hipótese do Deus bíblico, na qual estamos liados a um enredo e um drama morais muito maiores do que o átomo, me atraiu. Sou basicamente pessimista, cético, descrente, quase na fronteira da melancolia. Mas tenho sorte sem merecê-la. Percebo uma certa beleza,uma certa misericórdia no mundo, que não consigo deduzir a partir dos seres humanos, tampouco de mim mesmo. Tenho a clara sensação de que às vezes acontecem milagres. Só encontro isso na tradição teológica.

Fonte: Veja, pg. 21 - edição n 2.225 - 13.07.2011

Quem é: Luiz Felipe Pondé é Doutor em Filosofia pela USP/Universidade de Paris e Ph.D em Epistemologia pela Universidade de Tel Aviv. Colunista semanal do jornal FSP, é professor de pós-graduação PUC-SP e da graduação em Comunicação da FAAP (SP). Também é autor de diversas obras como O homem insuficiente, Crítica e profecia, Conhecimento na Desgraça e Do Pensamento no Deserto, Contra um Mundo Melhor e o recém lançado na FLIP, Para Entender o Catolicismo Hoje.

01 abril 2011

Jordânia: Talvez o maior e mais significativo achado arqueológico da história cristã




O governo da Jordânia tenta repatriar livros feitos de chumbo que, segundo suspeitas de especialistas, parecem ser os mais antigos da história cristã, tendo sobrevivido a quase 2.000 anos em uma caverna do país do Oriente Médio.
As relíquias, que estão atualmente em Israel, poderiam trazer à luz novos dados para nosso entendimento sobre o nascimento do cristianismo e sobre a crucificação e a ressurreição de Jesus Cristo.
O conjunto de cerca de 70 livros –cada um com entre 5 e 15 “folhas” de chumbo presas por aros de chumbo– foi aparentemente descoberto em um vale remoto e árido no norte da Jordânia, entre 2005 e 2007.
Uma enchente expôs dois nichos dentro da caverna, um deles marcado com um menorá, candelabro que é símbolo do judaísmo.
Um beduíno jordaniano abriu os nichos e o que encontrou ali dentro parece ser uma extremamente rara relíquia dos primórdios do cristianismo.
Essa é a visão do governo da Jordânia, que alega que os livros foram contrabandeados para Israel por outro beduíno.
O beduíno israelense que atualmente guarda os livros nega tê-los contrabandeado e alega que as antiguidades são peças que sua família possui há cem anos.
O governo jordaniano disse que fará “todos os esforços, em todos os níveis” para repatriar as relíquias.
VALOR HISTÓRICO
O diretor do Departamento de Antiguidades da Jordânia, Ziad Al-Saad (foto) diz que os livros parecem ter sido feitos por seguidores de Jesus nas décadas seguintes a sua crucificação.
“Talvez eles sejam mais significativos que os pergaminhos do mar Morto (relíquias descobertas nos anos 1940 que contêm textos bíblicos)”, disse Saad.
“Talvez eles precisem de mais interpretação e conferência de autenticidade, mas a informação inicial é muito animadora. Parece que estamos diante de uma descoberta importante e significativa, talvez a mais importante da história da arqueologia.”
Ante alegações tão fortes, quais são as provas?
As “folhas” dos livros –a maioria delas do tamanho de um cartão de crédito– contêm textos escritos em hebraico antigo, a maior parte em código. Se as relíquias forem de fato de origens cristãs, em vez de judaicas, são de grande significado.
Um dos poucos a ter visto a coleção é David Elkington, acadêmico que estuda arqueologia religiosa e líder de uma equipe britânica empenhada em levar os livros a um museu na Jordânia.
Elkington alega que os livros podem ser “a maior descoberta da história cristã”.
“É de tirar o fôlego a ideia que tenhamos contato com objetos que podem ter sido portados pelos primeiros santos da Igreja.”
O acadêmico diz que as relíquias contêm sinais que seriam interpretados, pelos cristãos da época, como imagens de Jesus e de Deus e da “chegada do messias”.
Na “capa” de um dos livros “vemos o menorá de sete ramificações, o que os judeus eram proibidos de representar porque ele residia no local mais sagrado do templo, na presença de Deus”, explica Elkington. “Assim, temos a vinda do messias para obter a legitimidade de Deus.”
IMAGENS
Philip Davies, professor emérito de estudos do Velho Testamento da Universidade de Sheffield, afirma que a prova mais contundente da origem cristã das relíquias está em um mapa feito da cidade sagrada de Jerusalém.
“Há uma cruz em primeiro plano e, atrás dela, está o que seria a tumba (de Jesus), um pequeno edifício com uma abertura e as muralhas da cidade. Outras muralhas representadas em outras páginas dos livros quase certamente se referem a Jerusalém”, diz Davies, que afirma ter ficado “estupefato” com as imagens, “claramente cristãs”.
A cruz é o que mais chama a atenção dos especialistas, feita no formato de um T maiúsculo, como eram as cruzes que os romanos usavam para crucificações.
“É uma crucificação ocorrida fora dos muros da cidade”, diz Davies.
Margaret Barker, especialista em história do Novo Testamento, ressalta que o local onde se acredita que as relíquias tenham sido encontradas denota sua origem cristã –e não puramente judaica.
“Sabemos que, em duas ocasiões, grupos de refugiados dos distúrbios em Jerusalém rumaram a leste, atravessaram a Jordânia perto de Jericó e foram para perto de onde esses livros parecem ter sido achados.”
Ela acrescenta que outra prova da “proveniência cristã” é que as relíquias são em formato de livros, e não de pergaminhos. “Os cristãos eram particularmente associados com a escrita na forma de livros e guardavam os livros como parte da secreta tradição do início do cristianismo.”
O Livro das Revelações se refere a esses textos guardados.
Outro possível elo com a Bíblia está contido em um dos poucos fragmentos de texto que foram traduzidos das relíquias. O fragmento, acompanhado da imagem do menorá, diz: “Devo andar honradamente”, frase que também aparece no Livro das Revelações.
Ainda que a frase possa simplesmente significar um sentimento comum no judaísmo, pode também se referir à ressurreição.
TESTES
Não está esclarecido se todos os artefatos descobertos são parte do mesmo período, mas testes feitos no chumbo corroído dos livros indica que eles não foram feitos recentemente.
A arqueologia dos primórdios do cristianismo é especialmente esparsa ainda. Pouco se sabe dos desdobramentos após a crucificação de Jesus até as cartas escritas por Paulo, décadas mais tarde.
A história contida nas relíquias parecem ser, assim, a descoberta de maior escala até agora dessa época do cristianismo, em sua terra de origem e em seus primórdios
BBC Brasil
Entenda  melhor:

O achado dos pergaminhos e de 70 códices de chumbo – pequenos volumes do tamanho de um cartão de crédito – contendo a antiga escrita hebreia e falando do Messias e da Ressurreição despertou o interesse dos estudiosos da Bíblia. Grande parte da escritura está em código, mas os especialistas decifraram as imagens, símbolos e diversas palavras. Os textos poderiam ter 2.000 anos.
Alguns acadêmicos mostram-se céticos com relação à descoberta, já que foram inúmeras as fraudes e as falsificações sofisticadas produzidas nos últimos anos.
Muitos dos códices estão selados, o que sugere que poderiam ser escritos secretos referidos no livro apócrifo de Esdras, um apêndice de algumas versões da Bíblia. Os textos foram escritos em pequenas folhas de chumbo atadas com um arame.
O tesouro foi encontrado há cinco anos por um israelense beduíno e pode existir desde o século I, na época da Crucificação e da Ressurreição de Jesus.
Vários especialistas examinaram os escritos, incluindo Margaret Barker, ex-presidenta da Sociedade para o Estudo do Antigo Testamento, com um reconhecido conhecimento sobre os estudos dos primeiros cristãos.
Ela declarou ao jornal Sunday Times como a intriga que rodeia esses objetos era semelhante ao secretismo do mercado negro em torno da descoberta dos Manuscritos do Mar Morto. Há um florescente mercado de antiguidades no Oriente Médio, e muitas figuras sinistras estão envolvidas nele. Um arqueólogo, supostamente, recebeu até ameaças de morte.
Barker disse: “Houve muitos enganos. Grandes somas de dinheiro foram mencionadas, até um máximo de 250.000 libras foram sugeridas como preço por uma única peça”.
Ela teve acesso a fotografias tiradas dos códices e pergaminhos e se mostra cautelosa antes de confirmar a sua autenticidade. Mas disse que, se o material é original, então os livros poderiam ser uma evidência “única e vital” sobre os primeiros cristãos.
“Se eles são uma falsificação, o que eles estão falsificando? A maioria das falsificações são extraídas de material existente, mas eu não vi nada como isso”, assinalou.
O proprietário do material escondido é um beduíno chamado Hassan Saeda, que vive na aldeia de Um-al-Ghanam, no norte de Israel, segundo o Sunday Times. Acredita-se que o material foi obtido depois de ter sido descoberto no norte da Jordânia.
Duas amostras foram enviadas a um laboratório da Inglaterra, onde foram examinadas por Peter Northover, chefe de um grupo de arqueologia e especialista em ciência dos materiais. O veredito não foi conclusivo sem mais provas, mas ele disse que a composição era “consistente com uma gama de chumbos antigos”.
No entanto, Philip Davies, professor emérito de estudos bíblicos da Universidade de Sheffield, está convencido de que os códices são genuínos, depois de ter estudado um deles. Ele disse a seus colegas em privado que acredita que é pouco provável que o achado tenha sido falsificado, segundo informou o Sunday Time.


FONTE: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/22725-jordania-talvez-o-maior-e-mais-significativo-achado-arqueologico-da-historia-crista

18 dezembro 2010

Evolução biológica: o fim da divisão entre evolucionismo e criacionismo



Há um novo respeito entre ciência e fé, que se reconhecem como caminhos diferentes que levam paralelamente a indagar a mesma realidade. Uma análise complexa do diálogo entre ciência, filosofia e teologia caracterizou o encontro em Milão promovido pela Associação dos Médicos Católicos com o Pontifício Conselho para a Cultura, com o objetivo de chegar à instauração de um respeito recíproco em matéria de evolução biológica, entre criacionismo e evolucionismo.
A reportagem é de Fabio Brenna, publicada no sítio da Rádio do Vaticano, 27-11-2010.
Um respeito que se baseia no reconhecimento da necessidade de abordagens diferentes e legítimas para a interpretação do ser: se a ciência se ocupa das questões de cena, a filosofia e a teologia enfrentam as questões de fundamento, a busca do porquê, as finalidades daquilo que acontece.
Nas conclusões do cardeal Gianfranco Ravasi(foto), presidente do Pontifício Conselho para a Cultura, o reconhecimento dos benefícios do diálogo franco entre as diversas disciplinas.
“A primeira vantagem é a que, em nível popular, principalmente em nível escolar, acaba-se com essa ideia segundo a qual quem afirma a evolução é necessariamente ateu, e que o crente deve necessariamente combater a evolução. São afirmações que são feitas de forma muito primitiva. Isso não acontece mais, em nível alto, entre os cientistas e os teólogos.
A segunda vantagem é que, em nível humano geral, há uma interpretação da realidade que tem necessidade da contribuição de muitas vozes. É uma interpretação conjunta, é uma interpretação sinfônica de mais vozes.
Terceiro: reconhecer a dignidade que todas as grandes disciplinas têm: de um lado, a ciência e, de outro, a teologia e a filosofia, porque são olhares diferentes sobre a realidades e são interpretações que, de ângulos de visão diferentes, permitem entender mais quem somos, como somos e qual meta devemos alcançar”.
O cardeal Ravasi, citando Bento XVI, evidenciou assim como o processo evolutivo pode entrar no projeto divino da criação. Nesse âmbito, também tem início a relação entre fé e razão, que não por acaso – destacou o purpurado – é indicado pelo Papa como o grande desafio da contemporaneidade.
“Hoje, o diálogo entre fé e razão é um diálogo absolutamente reconhecido como necessário, também por aqueles que, à primeira vista – por exemplo, os fundamentalistas do lado da fé, os cientistas, os cientistas polêmicos, de outro lado –, reconhecem que a sua instrumentação é insuficiente para decifrar o mistério da realidade. Não é necessária apenas a fé, a teologia, para compreender mais o homem. Pensemos: pode-se viver sem arte? Pode-se viver sem poesia? Pode-se viver sem música? Essas realidades não pertencem à ciência em sentido estrito: são, ao contrário, irmãs, eventualmente, da teologia e da filosofia. Mas nos dão concepções, interpretações e visões que são de alto perfil e que são também dignas de dignidade”.
É clara a indicação que o cardeal Ravasi deu aos crentes para que respeitem os dados científicos e os dados teológicos sem tentações apologéticas. Enquanto aos não crentes que agem no horizonte científico, o purpurado pediu que se reconheça o não esgotamento do ser e do homem só recorrendo a parâmetros de verificabilidade científica.

14 julho 2010

Fotos tridimensionais aumentam certeza de que o Santo Sudário envolveu a Nosso Senhor


Santo Sudário, fotografia tridimensional
O Professor Avinoam Danin, catedrático emérito do Departamento de Evolução sistemática e ecologia da Universidade Hebraica de Jerusalém continuou suas investigações no Santo Sudário.
As imagens obtidas que apontavam uma corda no Sudário comprovaram que ela foi feita com fibras vegetais segundo um antigo método empregado durante milhares de anos em Jerusalém.
Julga-se que essa corda tinha sido a própria com a qual a Cruz foi amarrada sobre Nosso Senhor durante a Paixão.
Danin afirma que não está no mais mínimo interessado no significado religioso de suas descobertas. Ele fala como um cientista hebraico, unicamente apaixonado pela botânica.
Esta atitude do cientista, reafirmada por escrito ao então Núncio Apostólico em Jerusalém, reforça a isenção de animo da análise por ele efetivada.
“Se eu não fosse judeu, mas cristão, poucos teriam acreditado em mim”, escreveu ao representante vaticano.
Após anos de pesquisa, Danin está convencido que o santo lençol utilizado na sepultura de Nosso Senhor já existia pelo menos no século VIII. Desta maneira, apresenta mais um testemunho científico contra a falsa idéia de uma origem medieval.
O professor também sublinha “a grande semelhança do rosto do Homem do Sudário com o ícone do Pantocrator conservado no mosteiro de Santa Catarina no Sinai”, concordância que, segundo ele, revelaria que o Sudário já era bem conhecido por volta do ano 550.
Santo Sudário e Cristo Pantocrator (mosteiro de Santa Catarina, Sinai, século V)
Danin também participou na “era holográfica” da sindonologia (ciência do santo Sudário) iniciada em 2007.
Os hologramas são fotografias em três dimensões.
Nessa nova eradas investigações destaca-se o papel do Dr. Petrus Soons, criador de hologramas tridimensionais do Sudário junto com seus colaboradores do Dutch Holographic Laboratory (Laboratório Holográfico Holandês), em Eindhoven.
Trabalhando nessas fotografias tridimensionais, Danin constatou a existência de “um tapete quase homogêneo” de mais de trezentas corolas de flores dispostas de modo ordenado em volta da sagrada cabeça do Homem do Sudário.
Santo Sudário, hologramas
Uma outra descoberta obtida com a colaboração do Dr. Soons, foi da presença de literalmente um elmo de espinhas, e não apenas de uma coroa circular, que foi empregada para torturar a Nosso Senhor.
Soons explicou que “quando criou hologramas em tamanho natural e os expos no Pontifício Ateneu Regina Apostolorum, em Roma, alguns pegaram uma escada para observar a parte superior da cabeça. Esta parte do corpo do Homem do Sudário jamais tinha sido vista por ninguém”. Então, Soons observou muitas pequenas feridas que tinham sangrado e que não eram visíveis pela frente.

"Despojemo-nos das ações das trevas e vistamos as armas da Luz" Rm 13,12
CEFAS, oriundo do nome de São Pedro apóstolo, significa também um Acróstico: Comunhão para Evangelização, Formação e Anúncio do Senhor. É um humilde projeto de evangelização através da internet, buscando levar formação católica doutrinal e espiritual.