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11 março 2011

QUARESMA ORTODOXA

RÚSSIA: TEM INÍCIO O GRANDE JEJUM
◊   Moscou, 11 mar (RV) - “Não vamos substituir o trabalho com o ócio que não alimenta a alma. A ociosidade é um passatempo vazio”. Com estas palavras, o Patriarca de Moscou e de todas as Rússias, Kirill, abriu na última segunda-feira na Catedral da Santíssima Trindade, no Mosteiro de São Daniel, em Moscou, o “Grande Jejum” ortodoxo, o equivalente à Quaresma católica. “A alma de um homem preguiçoso”, prosseguiu o patriarca, “é uma coisa perigosa para a sua vida física e espiritual”, enquanto a ociosidade muitas vezes gera ódio contra o gênero humano.

“O trabalho é uma das maiores virtudes cristãs e é um instrumento também para trabalhar sobre si mesmo, enquanto uma pessoa ociosa é também uma pessoa desarmada que não tem armas para combater o mal”.

No mesmo dia, refere a agência de notícias AsiaNews, o líder da Igreja Ortodoxa russa falou sobre a importância da esperança, ”o mais impressionante fruto da fé”. “A esperança em Deus”, advertiu Kirill, “não exime a pessoa de assumir as suas responsabilidades. A fé nos dá a força para resolver qualquer problema, enquanto aqueles que negam a fé e a esperança são propensos a cair no desânimo, que é uma força negativa que destrói a vida humana”.

O Grande Jejum recorda os 40 dias de Jesus no deserto depois de seu batismo. Trata-se, como para os católicos, de sete semanas de oração, arrependimento e abstinência. Este é o período do ano litúrgico mais rigoroso para os fiéis: proibida a carne, ovos, peixe, lacticínios e álcool. O longo período de preparação de corpo e a alma à Ressurreição, culmina com o domingo de Páscoa, festa central do calendário ortodoxo e que este ano coincide com a Páscoa da Igreja Católica, 24 de abril. (SP)

09 abril 2010

Estes são momentos de provas para todos nós


MAIS QUE INTERESSANTE !!!
POR FAVOR, LEIA-O TODO COM PACIÊNCIA E MEDITE, É MUITO IMPORTANTE
 A população islâmica global é de aproximadamente 1.200.000.000, ou seja 20% do total da população mundial.

 A população global judia é de aproximadamente 14.000.000.00, ou seja de 0.02% do total da população mundial.
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 Os judeus não aparecem com seus cadáveres nas ruas, gritando e exigindo vingança.
 Os judeus não promovem lavagem cerebral nas crianças nos campos de treinamento militar, tão pouco ensinam como ser homens bombas para causar perdas a outros grupos não muçulmanos.
 Os judeus não seqüestram aviões, nem matam atletas nas olimpíadas.
 Os judeus não traficam escravos, nem tem líderes clamando por Jihad e morte a todos os “Infiéis”.
 Os judeus não têm o poder econômico do petróleo, nem as possibilidades de forçar a imprensa mundial a ver “Seu lado da história”.

DADOS HISTÓRICOS DE  ISRAEL E JERUSALÉM

1. O primeiro estado de ISRAEL foi fundado em 1312 A.C. Dois milênios antes do Islã.
2. Refugiados árabes de ISRAEL começaram a chamar a si mesmos de PALESTINOS em 1967. Duas décadas depois do “NOVO ESTADO” de Israel.
3. Depois de conquistar sua terra em 1272 A.C. os judeus governaram por mil anos e manteram sua constante presença por mais 3.300 anos.
4. O único governo árabe depois da conquista no ano 633 A.C. durou apenas 22 anos.
5. Por mais de 3.300 anos JERUSALÉM foi a capital judia. Nunca foi a capital de nenhuma identidade árabe ou muçulmana. Inclusive debaixo do domínio da Jordânia oriental. JERUSALÉM nunca foi nomeada sua capital e nunca teve a visita de nenhum dirigente árabe.
6. JERUSALÉM é mencionada mais de 700 vezes na Bíblia, e nenhuma vez é mencionada no Alcorão.
7. O rei Davi fundou JERUSALÉM; Muhammad nunca pisou em JERUSALÉM.
8. Os judeus oram voltados para JERUSALÉM, os muçulmanos oram voltados para MECA dando as costas para JERUSALÉM .
9. Em 1948 dirigentes árabes pediram a seu povo para abandonar a cidade, prometendo-lhes limpar a região da presença dos judeus. E 68% da população muçulmana se foi, sem sequer, olhar a um soldado israelita.
10. A grande maioria da população judia nos estados muçulmanos tiveram que emigrar como resultado da violência.
11. Ao redor de 630.000 árabes abandonaram ISRAEL enquanto que um milhão de judeus foram forçados a abandonar os países muçulmanos.
12. Apesar do vasto território a disposição, dos mais de 100.000.000 de refugiados resultantes da Segunda Guerra Mundial, os muçulmanos foram o único grupo étnico que nunca se re-integrou a suas regiões/religião. No entanto, a maioria dos refugiados judeus de toda Europa e Estados Árabes regressaram a ISRAEL, um país menor do que o estado de New Jersey.
13. Existe 22 países muçulmanos, sem contar com a Palestina. Só há um estado judio. Os árabes iniciaram cinco guerras contra ISRAEL e perderam todas elas.
14. As constituições de FATAH e HAMAS ainda proclamam a destruição de ISRAEL.
ISRAEL cedeu a maior parte da orelha ocidental e a franja de GAZA a autoridades palestinas e inclusive lhes proporcionou armamento.
15. Durante a ocupação da Jordânia, os centros sagrados judeus foram saqueados, e o governo proibiu que fossem visitados por judeus. Baixo o governo Israelense, todos os muçulmanos e cristãos tem acesso a seus centros sagrados/religiosos.
16. Das 175 resoluções das Nações Unidas até 1990, 97 estavam contra ISRAEL. Das 690 resoluções da Assembléia Geral, 429 estavam contra Israel.
17. As Nações Unidas manteram silêncio quando os jordanianos destruíram 58 sinagogas na antiga cidade de JERUSALÉM.
18. Manteram silêncio quando os jordanianos saquearam o antigo cemitério do Monte das Oliveiras.
19. E manteram silêncio quando os jordanianos lançaram as leis de apartheid proibindo o acesso dos judeus aos templos e ao muro oriental.
Estes são momentos de provas para todos nós. . .
Temos que perguntar o que é que devemos fazer e o que vamos contar a nossos netos acerca de nossas ações durante esta crise, quando podemos fazer algo a respeito e fazer a diferença.
Comecemos agora!
Envie esta mensagem a seus amigos, católicos, judeus, evangelicos, a todos, não importa a religião.
A verdade e a PAZ são valores comuns para todos nós.
Salmo 122:6

Orem para que haja paz em Jerusalém. “Ó Jerusalém, que prosperem aqueles que a amam…!”

02 dezembro 2008

Perseguição religiosa une Papa ao Patriarca de Cilícia dos Armênios

Bento XVI recebe Sua Santidade Aram I no Vaticano


CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 24 de novembro de 2008 (ZENIT.org).- A perseguição que os cristãos sofrem se converteu em um laço que uniu profundamente nesta segunda-feira Bento XVI ao patriarca apostólico de Cilícia dos Armênios, Sua Santidade Aram I, em uma reunião ecumênica realizada no Vaticano.

Foi um momento de diálogo e de oração. Os dois líderes cristãos se encontraram primeiro na Sala dos Papas do Palácio Apostólico e depois presidiram juntos uma celebração ecumênica na capela «Redemptoris Mater» do Palácio Apostólico Vaticano.

O patriarcado (catolicado) de Cilícia, com sede em Antelias (no Líbano) é a jurisdição da Igreja Apostólica Armênia mais particular, já que é a única que não está sob a jurisdição temporal do patriarcado supremo de Etchmiadzin (na Armênia), ainda que espiritualmente esteja.

Por este motivo, o Papa se referiu, em seu discurso pronunciado em inglês, à difícil situação que os crentes vivem no Líbano e no Oriente Médio em geral.

«Como não ficar aflitos pelas tensões e conflitos que continuam frustrando todos os esforços por fomentar a reconciliação e a paz em todos os níveis da vida civil e política na região?», perguntou o pontífice.

«Só quando os países envolvidos puderem determinar seu próprio destino, e os diferentes grupos étnicos e comunidades religiosas se aceitarem e respeitarem plenamente, se construirá a paz sobre os fundamentos sólidos da solidariedade, da justiça e do respeito pelos direitos legítimos dos indivíduos e dos povos.»

A Igreja Apostólica Armênia, igreja nacional mais antiga, separou-se de Roma, em 451, por divergências, sobretudo de linguagem, surgidas após o Concílio de Calcedônia, adotando supostamente o monofisismo, doutrina segundo a qual Jesus só teria natureza divina, e não humana.

Nos últimos anos, pôde-se constatar que aquele cisma se deveu mais a problemas lingüísticos e de interpretação cultural que de verdadeiro conteúdo teológico, pois esta Igreja reconheceu tanto a humanidade como a divindade de Jesus.

O Papa, em seu discurso ao «catholicós», como são conhecidos os dois líderes religiosos armênios, prestou homenagem ao testemunho cristão oferecido na história pela Igreja Apostólica, em particular durante o século XX, «um tempo de inenarrável sofrimento para seu povo», por causa da perseguição otomana.

«A fé e a devoção do povo armênio foram apoiadas constantemente pela lembrança dos numerosos mártires que testemunharam o Evangelho no transcurso dos séculos. Que a graça desse testemunho continue preenchendo a cultura de sua nação e inspirando nos seguidores de Cristo uma confiança cada vez maior no poder salvífico da cruz.»

01 dezembro 2008

Não há contradição entre justificação pela fé e caridade, declara Papa

Esta confusão causou «não poucos mal-entendidos na cristandade»


Por Inma Álvarez

CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 26 de novembro de 2008 (ZENIT.org).- Bento XVI dedicou a catequese desta quarta-feira sobre São Paulo, durante a Audiência Geral, a aprofundar, seguindo o tema da quarta-feira passada, na questão da justificação pela fé e pelas obras.

São Paulo, sublinha o Papa, insistia em que o homem «não é capaz de tornar-se justo com suas próprias ações», mas «só porque Deus lhe confere sua justiça unindo-o a Cristo», através da fé.

Contudo, segundo disse o pontífice aos milhares de peregrinos congregados na Sala Paulo VI, o ponto é que esta fé «não é um pensamento, uma opinião ou uma idéia», mas «comunhão com Cristo», e portanto «se converte em vida, em conformidade com Ele».

«Ou com outras palavras, a fé, se é verdadeira, real, converte-se em amor, em caridade, expressa-se na caridade. Uma fé sem caridade, sem este fruto, não seria verdadeira fé. Seria fé morta», acrescentou.

A confusão entre ambos extremos, a justificação pela fé e a necessária tradução em obras de caridade «causou, no transcurso dos séculos, não poucos mal-entendidos na cristandade. Neste contexto, é importante que São Paulo, na própria Carta aos Gálatas coloque, por uma parte, o acento, de forma radical, na gratuidade da justificação não por nossas forças, mas que, ao mesmo tempo, sublinhe também a relação entre a fé e a caridade, entre a fé e as obras».

De fato, recordou, deve-se ao Apóstolo o hino mais belo sobre a caridade, na primeira Carta aos Coríntios.

«O amor cristão é tão exigente porque surge do amor total de Cristo por nós: este amor que nos exige, nos acolhe, nos abraça, nos sustenta, até atormentar-nos, porque nos obriga a não viver mais para nós mesmos», declarou.

Por isso, não há contradição entre as teologias de Paulo e Tiago, que afirmam que «a fé sem obras é morta». «Na realidade, enquanto Paulo se preocupa antes de tudo em demonstrar que a fé em Cristo é necessária e suficiente, Tiago põe o acento nas relações de conseqüência entre a fé e as obras», explicou.

O bispo de Roma também advertiu contra a tentação, «em muitos cristãos de hoje», de pensar que «tendo sido justificados gratuitamente em Cristo pela fé, tudo lhes é lícito». «As conseqüências de uma fé que não se encarna no amor são desastrosas, porque se recorre ao arbítrio e ao subjetivismo mais nocivo para nós e para os irmãos».

Ao contrário, afirmou o sucessor de Pedro, «devemos tomar consciência renovada do fato de que, precisamente porque fomos justificados em Cristo, não nos pertencemos mais a nós mesmos, mas nos convertemos em templo do Espírito e somos chamados, por isso, a glorificar a Deus em nosso corpo com toda a nossa existência».

«A que se reduziria uma liturgia que se dirigisse só ao Senhor e que não se convertesse, ao mesmo tempo, em serviço aos irmãos, uma fé que não se expressasse na caridade?», perguntou.

Em resumo, concluiu, «a ética cristã não nasce de um sistema de mandamentos, mas é conseqüência de nossa amizade com Cristo. Esta amizade influencia a vida: se é verdadeira, se encarna e se realiza no amor ao próximo».


"Despojemo-nos das ações das trevas e vistamos as armas da Luz" Rm 13,12
CEFAS, oriundo do nome de São Pedro apóstolo, significa também um Acróstico: Comunhão para Evangelização, Formação e Anúncio do Senhor. É um humilde projeto de evangelização através da internet, buscando levar formação católica doutrinal e espiritual.