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27 setembro 2016

O poder da oração comunitária.


Convido você a refletir sobre o poder da oração em comunidade, nas horas de provação. E, para isso, compartilho esta bela catequese de Papa Bento XVI:

"Hoje gostaria de meditar sobre o último episódio da vida de são Pedro, narrado nos Atos dos Apóstolos: o seu aprisionamento por vontade de Herodes Agripa e a sua libertação através da intervenção prodigiosa do Anjo do Senhor, na vigília do seu processo em Jerusalém (cf. Act 12, 1-17).
A narração é mais uma vez caracterizada pela oração da Igreja. Com efeito, são Lucas escreve: «Enquanto Pedro estava encerrado na prisão, a Igreja orava a Deus instantemente por ele» (Act 12, 5). E, depois de ter deixado milagrosamente o cárcere, por ocasião da sua visita à casa de Maria, mãe de João chamado Marcos, afirma-se que «numerosos fiéis estavam reunidos a orar» (Act 12, 12). Entre estas duas anotações importantes que explicam a atitude da comunidade cristã diante do perigo e da perseguição, são narradas a detenção e a libertação de Pedro, que dura a noite inteira. A força da oração incessante da Igreja eleva-se até Deus e o Senhor ouve e realiza uma libertação impensável e inesperada, enviando o seu Anjo.
(...) Com efeito, narram os Atos dos Apóstolos: «De repente, apareceu o Anjo do Senhor e a masmorra foi inundada de luz, tocando-lhe no lado, e disse-lhe: “Ergue-te depressa”» (Act 12, 7). (...) Finalmente, o convite: «Cobre-te com a capa e segue-me» (Act 12, 8), faz ressoar no coração as palavras da chamada inicial de Jesus (cf. Mc 1, 17), repetida depois da Ressurreição no lago de Tiberíades, onde o Senhor diz duas vezes a Pedro: «Segue-me» (Jo 21, 19.22). É um convite premente ao seguimento: só vivemos a liberdade verdadeira se sairmos de nós mesmos, para nos colocarmos a caminho com o Senhor e cumprirmos a sua vontade.
Gostaria de ressaltar também outro aspecto da atitude de Pedro no cárcere; com efeito, notemos que, enquanto a comunidade cristã reza com insistência por ele, Pedro «estava a dormir» (Act 12, 6). Numa situação tão crítica e de perigo sério, é uma atitude que pode parecer estranha, mas que ao contrário denota tranquilidade e confiança; ele confia em Deus, sabe que está circundado pela solidariedade e pela oração dos seus e abandona-se totalmente nas mãos do Senhor. Assim deve ser a nossa oração: assídua, solidária com os outros, plenamente confiante em relação a Deus, que nos conhece no íntimo e cuida de nós, a tal ponto que — diz Jesus — «até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados! Não temais, pois...» (Mt 10, 30-31). Pedro vive a noite do cativeiro e da libertação do cárcere como um momento do seu seguimento do Senhor, que vence as trevas da noite e liberta da escravidão das correntes e do perigo de morte. A sua libertação é prodigiosa, caracterizada por vários trechos descritos cuidadosamente: orientado pelo Anjo, não obstante a vigilância dos guardas, atravessa o primeiro e o segundo posto de guarda, até à porta de ferro que introduz na cidade: e a porta abre-se sozinha diante deles (cf. Act 12, 10). Pedro e o Anjo do Senhor percorrem juntos uma parte do caminho até que, voltando a si, o apóstolo se dá conta de que o Senhor realmente o libertou e, depois de ter meditado, vai à casa de Maria, mãe de Marcos, onde muitos dos discípulos estão reunidos em oração; mais uma vez, a resposta da comunidade à dificuldade e ao perigo é confiar em Deus, intensificar a relação com Ele.
Aqui, parece-me útil evocar outra situação difícil, que foi vivida pela comunidade cristã das origens. Fala-nos dela são Tiago na sua Carta.
Trata-se de uma comunidade em crise, em dificuldade, não tanto devido às perseguições, mas porque no seu interior há invejas e conflitos (cf. Tg 3, 14-16). E o apóstolo interroga-se acerca do motivo desta situação. Ele encontra duas razões principais: a primeira é deixar-se dominar pelas paixões, pela ditadura dos próprios desejos, pelo egoísmo (cf. Tg 4, 1-2a); a segunda é a falta de oração — «não pedis» (Tg 4, 2b) – ou a presença de uma oração que não se pode definir como tal — «Pedis e não recebeis, porque pedis mal, para satisfazer os vossos prazeres» (Tg 4, 3). Segundo são Tiago, esta situação mudaria se a comunidade falasse totalmente unida com Deus, se rezasse realmente de modo assíduo e unânime. Com efeito, também o discurso sobre Deus corre o risco de perder a sua força interior e o testemunho esgota-se, se não forem animados, sustentados e acompanhados pela oração, pela continuidade de um diálogo vivo com o Senhor. Uma exortação importante inclusive para nós e para as nossas comunidades, quer pequenas, como a família, quer as mais vastas, como a paróquia, a diocese e a Igreja inteira. E isto faz-me pensar que rezavam nesta comunidade de são Tiago, mas rezaram mal, somente para satisfazer os próprios prazeres. Temos que aprender sempre de novo a rezar bem, a orar realmente, orientando-nos para Deus e não para o nosso próprio bem.
Ao contrário, a comunidade que acompanha o cativeiro de Pedro é uma comunidade que reza verdadeiramente, durante a noite inteira, unida. E a alegria que invade o coração de todos quando, inesperadamente, o apóstolo bate à porta é irreprimível. São a alegria e a admiração diante da obra de Deus que ouve. Assim, da Igreja eleva-se a oração por Pedro, e na Igreja ele volta para narrar «como o Senhor o tinha tirado da prisão» (Act 12, 17). (...)
Caros irmãos e irmãs, o episódio da libertação de Pedro, narrado por Lucas, diz-nos que a Igreja, cada um de nós, atravessa a noite da provação, mas é a vigilância incessante da oração que nos sustém (...) Com a oração constante e confiante, o Senhor liberta-nos das cadeias, guia-nos para atravessar qualquer noite de cativeiro que possa afligir o nosso coração, infunde-nos a serenidade do coração para enfrentar as dificuldades da vida, até a rejeição, a oposição e a perseguição. O episódio de Pedro mostra esta força da oração. E mesmo aprisionado, o apóstolo sente-se tranquilo, na certeza de que nunca está sozinho: a comunidade reza por ele, o Senhor está-lhe próximo; aliás, ele sabe que «a força de Cristo se manifesta plenamente na fraqueza» (2 Cor 12, 9). A oração constante e unânime é um instrumento precioso também para superar as provações que podem surgir ao longo do caminho da vida, porque o fato de estarmos profundamente unidos a Deus permite-nos estar também profundamente unidos aos outros. Obrigado!"1
Na próxima postagem veremos a relação entre oração e esperança.

Notas
1. Papa Bento XVI, Audiência Geral (9 de Maio de 2012). Disponível em: http://w2.vatican.va/content/benedict-xvi/pt/audiences/2012/documents/hf_ben-xvi_aud_20120509.htm
2. Imagens
1ª Imagem é de autoria de midiagospel.com
2ª Imagem é de autoria desconhecida.

24 julho 2016

Anjos, segundo a Doutrina Católica


Os anjos são um tema polêmico. Há os que acreditam neles, há os que negam sua existência (ex.: saduceus) e até os que exageram a sua importância. Muito se tem dito sobre eles, mas nem tudo está em conformidade com a Doutrina da Igreja Católica. E o Católico deve saber distinguir o que faz parte de sua fé e o que não pertence a ela.

Para facilitar esse discernimento, postarei aqui, no 'Missão Cefas', uma série de postagens sobre os Anjos, fundamentados na Bíblia Católica, no Catecismo da Igreja Católica(CIC), em documentos papais, em livros de Santos Doutores da Igreja e de Santos Padres da Igreja. Assim, fica mais claro saber o que a Igreja Católica Apostólica Romana nos ensina sobre estes seres angelicais.

Comecemos, então, nossa jornada catequética:

Para a Igreja Católica, “a existência dos seres espirituais, não-corporais, a que a Sagrada Escritura habitualmente chama anjos, é uma verdade de fé. O testemunho da Escritura é tão claro como a unanimidade da Tradição."(CIC 328)2.

Santo Agostinho (cf. CIC 329)diz que “Anjo é nome de ofício, não de natureza. Desejas saber o nome da natureza? Espírito. Desejas saber o do ofício? Anjo. Pelo que é, é espírito: pelo que faz, é anjo.”.

Segundo São Tomás de Aquino15, "Anjo significa núncio. Logo, todos os espíritos celestes, como manifestadores das ordens divinas, chamam-se anjos. Mas os anjos superiores têm, nessa manifestação, certa excelência (...) enquan­to que a ordem ínfima dos anjos não acrescenta nenhuma excelência à manifestação comum;
e, por isso é denominada pela simples manifesta­ção.". Assim, essa ínfima ordem angélica é denominada de Anjo. O "nome comum aplica-se a ela, como nome próprio."15.


A criação dos seres puramente espirituais aparece "claramente nos símbolos da fé, especialmente no Credo Niceno-Constantinopolitano: Creio em um só Deus, o Pai Todo-Poderoso, Criador do céu e da terra, de todas as coisas (ou seja, entidades ou seres) "visíveis e invisíveis"”
3. Visíveis " como este mundo, onde se desenrola nossa vida passageira"4 e invisíveis "como são os puros espíritos, que também chamamos anjos“4 Assim, Deus criou, “do nada5 simultaneamente5 e desde o princípio do tempo"(CIC 293)2, “ambas as realidades: a espiritual e a corporal, o mundo terreno e o mundo angélico."6. E em seguida, criou a criatura humana, formada de “espírito e corpo”5 O ser humano "goza de dentro da criação de uma posição única, graças ao seu corpo que pertence do mundo visível, enquanto a alma espiritual que anima o corpo, é quase na fronteira entre a criação visível e invisível.”7.

Desta criação divina, os anjos “excedem em perfeição todas as criaturas visíveis. O esplendor da sua glória assim o atesta.”
(CIC 330)2. Sendo criaturas puramente espirituais, são "uma especial realização da "imagem de Deus", Espírito perfeitíssimo (...) Os anjos são, sob este ponto de vista, as criaturas mais próximas do modelo divino.".10

Os anjos são maiores que o ser humano em “força e poder”.8 Esse potência angelical está expressa na Bíblia: "vi descer do céu outro anjo que tinha grande poder e a terra foi iluminada por sua glória."(Apocalipse 18,1); "um anjo do Senhor apareceu no campo dos assírios e feriu cento e oitenta e cinco mil homens."(II Reis 19,35 e Isaías 37,36); "o Senhor enviou um anjo sobre Jerusalém para destruí-la."(2 Samuel 24.16); "quatro Anjos que se conservavam em pé nos quatro cantos da terra, detendo os quatro ventos da terra"(Apocalipse 7,1).

São João Paulo II, ao comentar o versículo "fizeste-o por um pouco de tempo inferior aos anjos, coroaste-o de glória e de honra" (cf. Salmos 8,6; Hebreus 2,7-9), nos ensina que o uso desse verbo “inferiorizar” não é apropriado para os homens comuns porque eles “não foram "inferiorizados" em relação aos anjos, dado que nunca foram superiores a eles. Mas para Cristo, o verbo é exato, porque, sendo Filho de Deus, ele era superior aos anjos e foi diminuído quando se fez homem.“9.

"Cristo é o centro do mundo dos anjos (angélico). Estes pertencem-Lhe: «Quando o Filho do Homem vier na sua glória, acompanhado por todos os [seus] anjos...» (Mateus 25, 31). Pertencem-Lhe, porque criados por e para Ele: «em vista d'Ele é que foram criados todos os seres, que há nos céus e na terra, os seres visíveis e os invisíveis, os anjos que são os tronos, senhorias, principados e dominações. Tudo foi criado por seu intermédio e para Ele» (Colossenses 1, 16), E são d'Ele mais ainda porque Ele os fez mensageiros do seu plano salvador: «Não são eles todos espíritos ao serviço de Deus, enviados a fim de exercerem um ministério a favor daqueles que hão-de herdar a salvação?» (Hebreus 1, 14)."(CIC 331)2.

O mundo dos anjos é o céu, que é o "«lugar» das criaturas espirituais"(CIC 326)2, onde os anjos "rodeiam Deus."(CIC 326)2, contemplam a Sua face “sem cessar “(Mateus 18, 10), glorificam-nO (Apocalipse 7,11), servem-nO (Hebreus 1,14) . A proximidade dos Anjos em relação a Deus varia de acordo com o seu grau de perfeição e as tarefas que esses seres puramente espirituais têm. Assim, há uma hierarquia entre as criaturas celestes. Existem serafins (Isaías 6), querubins (Gênesis 3,24; Êxodo 25,22; Ezequiel 10,1-20), tronos, dominações, potestades e principados (Colossenses 1,16), virtudes (Efésios 1,21), arcanjos (1 Tessalonicenses 4,15-16; Judas 9) e anjos (Gênesis 16,7-9; Êxodo 23,20-22; Apocalipse 7 a 22 e muitas outras passagens). [Por ser um assunto amplo, a hierarquia terá uma postagem exclusiva aqui, no 'Missão Cefas'.]

Contudo, nem todos os anjos estão no Céu. Numerosos seres espirituais foram expulsos do mundo celestial, por Deus, porque, por "livre opção destes espíritos criados"(CIC 392)2, eles "irrevogavelmente recusaram Deus e o seu Reino"(CIC 392)2. E, assim, dividiu-se o mundo dos espíritos puros em bons e maus. Aos bons, "chamamos anjos de Deus"13, aos maus, "anjos do Diabo ou ainda demônios.".13 O orgulho "transformou os anjos em diabos", diz o Papa Francisco12. "Deus não poupou os anjos que pecaram, mas os precipitou nos abismos tenebrosos do inferno onde os reserva para o julgamento." (II São Pedro 2, 4)8. [O pecado dos anjos, sua queda e a ação de Satanás terão também um post próprio aqui no 'Missão Cefas', devido a relevância do tema].

Os anjos bons são dignos de veneração. Mas, a adoração é só a Deus. Em Apocalipse 19,10, o anjo proíbe João de adorá-lo dizendo:“ Não faças isso! Eu sou um servo, como tu e teus irmãos, possuidores do testemunho de Jesus. Adora a Deus.” O mesmo acontece em Apocalipse 22,9 :”Não faças isto! Sou um servo como tu e teus irmãos, os profetas, e aqueles que guardam as palavras deste livro. Prostra-te diante de Deus.".

"A Igreja Católica venera os anjos, que a ajudam na sua peregrinação terrestre e protegem todo o gênero humano."(CIC 352)2.  E a honra prestada às imagens "é uma «veneração respeitosa», e não uma adoração, que só a Deus se deve."(CIC 2132)
11. "A arte sacra verdadeira leva o homem à adoração, à oração e ao amor de Deus Criador e Salvador, Santo e Santificador.".14



Em sua liturgia, a Igreja associa-se aos anjos para adorar a Deus três vezes Santo, "invoca a sua assistência (como na oração "In paradisum deducant te angeli – conduzam-te os anjos ao paraíso" da Liturgia dos Defuntos"(CIC 335)2 e festeja os arcanjos São Miguel, São Gabriel, São Rafael e os Anjos da Guarda. 

No próximo post desta série, o assunto é a natureza dos anjos

Até lá!

Autoria do texto: Betania Tavares
Autor da Imagem: John Bartosik

Notas


  1. Biblia Católica Ave Maria, atos-dos-apostolos/23.  Disponível em: http://www.bibliacatolica.com.br/biblia-ave-maria/atos-dos-apostolos/23/
  2. Catecismo da Igreja Católica, parágrafos 293,328, 329, 331, 335, 336, 352. Disponível em: http://www.vatican.va/archive/cathechism_po/index_new/p1s2c1_198-421_po.html
  3. Papa João Paulo II, Audiência Geral: "Criador das coisas visíveis e invisíveis" (09 de Julho de 1986). Disponível em: http://w2.vatican.va/content/john-paul-ii/es/audiences/1986/documents/hf_jp-ii_aud_19860709.html
  4. Papa Paulo VI, Motu Próprio (30 de Junho de 1968). Disponível em: http://w2.vatican.va/content/paul-vi/pt/motu_proprio/documents/hf_p-vi_motu-proprio_19680630_credo.html
  5. Concílio Vaticano I, Constituição Dogmática DEI FILIUS , Sessão III, paragrafo 1783), (24-04-1870). Disponível em: https://pt.scribd.com/doc/62815900/Constituicao-Dogmatica-DEI-FILIUS
  6.  Papa João Paulo IIAudiência Geral: "A participação dos anjos na história da salvação" (06 de agosto de 1986). Disponível em: http://w2.vatican.va/content/john-paul-ii/es/audiences/1986/documents/hf_jp-ii_aud_19860806.html
  7. Papa João Paulo IIAudiência Geral: "Criador das coisas visíveis e invisíveis" (09 de julho de 1986). disponível em:http://w2.vatican.va/content/john-paul-ii/es/audiences/1986/documents/hf_jp-ii_aud_19860709.html
  8. Biblia Católica Ave Maria, 2 Pedro 2, 4-11. Disponível em: http://www.bibliacatolica.com.br/biblia-ave-maria/ii-sao-pedro/2/
  9.  Papa João Paulo IIAudiência Geral (24 de Setembro de 2003). Diisponível em: http://w2.vatican.va/content/john-paul-ii/pt/audiences/2003/documents/hf_jp-ii_aud_20030924.html
  10. Papa João Paulo IIAudiência Geral: "Criador das coisas "invisíveis": os anjos". Disponível em: http://w2.vatican.va/content/john-paul-ii/es/audiences/1986/documents/hf_jp-ii_aud_19860730.html
  11. Catecismo da Igreja Católica, parágrafo 2132. Disponível em: http://www.vatican.va/archive/cathechism_po/index_new/p3s2cap1_2083-2195_po.html
  12. Papa Francisco, Discurso (22 de dezembro de 2014). Disponível em: http://w2.vatican.va/content/francesco/pt/speeches/2014/december/documents/papa-francesco_20141222_dipendenti-santa-sede-scv.html
  13. Santo Agostinho, A Cidade de Deus, volume I, 5ª edição, página 489. Edição da Fundação Calouste Gulbenkian, 2016.
  14. Catecismo da Igreja Católica, índice analítico, adoração (A.18.3), parágrafo 
  15. São Tomás de Aquino, Suma Teológica, questão 108, artigo 5. Disponível em: http://permanencia.org.br/drupal/node/2048

27 setembro 2010

Oremos...

A Paz do Senhor a todos!
Venho pedí-los que orem pela minha irmã de caminhada Andréia, e pela sua família, principalmente seu pai, que está em estado muito grave numa UTI.
Não sei o que Deus tem reservado para ele nestes dias, mas venho aqui partilhar com vocês a garra e a luta da minha irmã pela conversão de seu pai e sua saúde física e espiritual.
Peço aos leitores de nosso site (que está em média de 500 visitas diárias), que orem do modo como puderem por esta família.
Andréia, com sua simplicidade e humildade sempre ajudou a todos, sempre se doou pelo próximo.
Constantemente ela tem me escrito por email os boletins diários de sua batalha no hospital junto a seu pai. Quem quiser vê-los, clique aqui.
É uma agenda espiritual.
Creio que muitas pessoas já passaram por isso, por isso insisto de que oremos por esta família e por outras tantas que passam pelo mesmo suplício.
Depois de amanhã é dia dos santos Arcanjos, peçamos aos anjos de Deus que possam nos guardar de todo o mal e que o Sangue de Jesus nos Purifique de todos os males.

"Despojemo-nos das ações das trevas e vistamos as armas da Luz" Rm 13,12
CEFAS, oriundo do nome de São Pedro apóstolo, significa também um Acróstico: Comunhão para Evangelização, Formação e Anúncio do Senhor. É um humilde projeto de evangelização através da internet, buscando levar formação católica doutrinal e espiritual.