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27 março 2012

Pode um cristão ser fã do MMA*? Afinal, esporte ou apologia à violência?


*  Artes marciais mistas (frequentemente conhecidas sob seu acrônimo em inglês: MMA – mixed martial arts)
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MMA: A VIOLÊNCIA EXPLÍCITA (A visão de um especialista)
POR ODAIR BORGES*
MMA, UFC, PRIDE e outras siglas são sinônimos de briga de rua travestida de luta.
Nos primórdios do Japão feudal, os vários estilos de lutas eram praticados com objetivo de defesa pessoal de importância vital para o guerreiro Samurai, onde os conceitos de honra, coragem, disciplina e respeito eram a essência na formação integral do homem.
Não é essa a mensagem que atualmente vem sendo disseminada pelos lutadores, instrutores e patrocinadores do MMA, que sem formação e informação acadêmica, pegam carona na bandeira da moda, o que lhes proporciona a evidente exposição midiática, e sem duvida, a pecúnia vindoura.
No Brasil, o esperto cérebro do UFC encontrou clima propício e o espaço estratégico como um grande esquema para disseminar a modalidade onde é notória, em entrevistas tanto de lutadores como entrevistadores, comentaristas e cronistas a ignorância sobre o tema lutas.
Em simples análise técnica, a luta de MMA resume-se na sua maior parte em socos sem conhecimento de boxe.
Como disse nosso grande campeão Eder Jofre “se fossem lutar na regra do boxe não aguentariam um minuto”.
Na luta no solo, alguns praticam Ju Jutsu (JiuJitsu Brasileiro), mas a fragilidade técnica não permite finalizações nas oportunidades.
Há pouco tempo, quando de transmissão direta pela TV, torcedores de uma equipe de futebol, após assistirem em sua sede as lutas de MMA, saíram às ruas e mataram a socos e ponta pés outro torcedor de equipe rival de futebol, levados que foram pela violenta emoção.
É a união perfeita: torcidas de futebol e os fanáticos adeptos do MMA.
Poucos dias antes do inicio do último circo do MMA no Rio de Janeiro, durante entrevista coletiva, torcedores em manifestação grotesca e aos gritos de “Vai morrer! Vai morrer! Vai morrer!”, impediram o lutador americano Chad Mendes, desafiante do Brasileiro José Aldo, de ouvir as perguntas dos jornalistas credenciados.
Observando lutas anteriores de MMA, já vimos “nossos famosos” e também estrangeiros que, de forma rixenta e arrogante, desrespeitam adversários.
É o retorno aos combates sangrentos da antiga Roma, demonstrando a supremacia da nova afirmação da fera sobre o homem, levando jovens praticantes a serem adestrados para demonstrações narcisistas em busca de afirmação, através da agressão física.
Estão na mídia as agressões a professores, invasão de Universidades, alunos armados e brigas de torcidas.
São jovens perdendo suas referências e seus ideais, deixando-se levar por supostos prazeres, poderes e exibições.
A mídia por sua vez, apresenta o programa de lutas ou o “Panes et Circences”, da época dos pervertidos Calígula (12-41 AD) e Cômodus (161-192 AD), como sendo a mais pura e moderna atração contemporânea.
Ao mesmo tempo, o grande público vê nesse teatro de violência a oportunidade para exteriorizar uma perigosa agressividade que transcende o evento esportivo e que muitas vezes sem motivo aparente é transferida para a convivência social.
Podemos até pensar numa mostra de indignação dos que assistem, influenciados que estão, pela destruição de valores que temos presenciado em nosso meio político e social, que nos leva a pensar sobre o que é certo ou errado no comportamento das pessoas.
Em análise acadêmica, fundamentada em pesquisa cientifica, de acordo com a teoria de aprendizagem social, (Bandura e Walters, 1963) reforçam o conceito de agressão imitativa por meio do qual, crianças expostas a uma atividade agressiva de adultos, imitam esse comportamento, especialmente quando o modelo adulto é observado sendo bem sucedido e recompensado. Segundo (Elias e Dunning, 1986) os benefícios econômicos e o prestígio fazem com que se deixe de lado a rivalidade amistosa convertendo-a em rivalidade hostil.
É bem estabelecido na literatura que o reforço influencia fortemente o comportamento futuro. Para (Skinner,1953), atos de violência, emanam de uma variedade de fontes que podem ser:
a) O grupo de referência imediato do atleta: professores, treinadores, companheiros de equipe, amigos e família.
b) A estrutura do esporte principalmente no que diz respeito: ao ambiente de aprendizado e prática, às organizações esportivas, patrocinadores, empresários esportivos, cujo objetivo é apenas o lucro financeiro sem a preocupação educacional.
c) Atitude e fanatismo de fãs e torcedores, a mídia na procura de audiência e a sociedade em geral.
A agressividade como um estereótipo masculino desejável é talvez uma causa arraigada e significativa do reforço positivo que os atletas masculinos recebem para agirem agressivamente.
Quanto a isso os pais têm um importante papel na orientação de valores apropriados no comportamento social de seus filhos.
Assumindo-se que o instinto para o comportamento agressivo do indivíduo é uma constante, cabe portanto ao educador, quando utilizar das lutas como conteúdo programático, explorar os aspectos educativo, filosófico e social, de suma importância no ensino de qualquer modalidade de luta.
Artigo publicado no Jornal Correio Popular, de Campinas.
*Autor: Prof. Ms. Odair Borges
Mestrado em Educação Física pela Universidade de São Paulo.
Professor USP / PUCCAMP.


Fonte: Carmadélio

26 novembro 2010

Papa João Paulo ll “vira” padroeiro do Fluminense, clube de futebol carioca



O salão nobre das Laranjeiras foi palco de uma celebração ‘religiosa’ na noite desta terça-feira. Muito querido pela torcida do Fluminense, o Papa João Paulo II, que faleceu em 2005, foi nomeado padroeiro do clube carioca, ao lado de Nossa Senhora da Glória.
Em 1980, quando João Paulo II visitou o Rio de Janeiro, surgiram os primeiros laços entre as partes. Ele recebeu uma camisa do Fluminense das mãos de um garoto de dez anos e, desde então, passou a ser evocado pelos tricolores nos momentos mais difíceis do clube, como a fuga do rebaixamento no Brasileirão do ano passado.
Foi justamente nesta ocasião que o sócio Igor Viviani virou um dos principais responsáveis pela homenagem. Ele fez uma promessa para que o clube não descesse à segunda divisão e levou a ideia ao Conselho Diretor do Tricolor, que a aprovou.
“Tive um encontro com o arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani, ele apoiou a homenagem do Fluminense e levou agora uma camisa tricolor para entregar ao Papa Bento XVI”, contou Viviani, ao site oficial do atual líder do campeonato nacional.

Dom Orani foi representado pelo padre Nelson, que aprovou a ação. “Também fiz parte da caminhada mística de fé no ano passado e integrei a corrente de oração para o Fluminense se livrar do rebaixamento. Nunca deixei de acreditar. Quem da nossa geração não admirou o João Paulo II? Essa homenagem é válida”, disse.
Fonte: Gazeta Esportiva. Net

01 julho 2010

Papa – Futebol É Muito Mais Que Mero Entretenimento


“Com sua periodicidade de quatro anos, a Copa do Mundo de Futebol mobiliza milhões de pessoas. O que demonstra que, com ele, se toca algo radicalmente humano e é preciso perguntar-se onde se encontra a base deste poder.”
Este é um trecho do artigo escrito, em 1985, pelo então Cardeal Joseph Ratzinger, Arcebispo de Munique, intitulado “O Jogo e a vida: sobre a Copa do Mundo”.
No texto, Joseph Ratzinger faz uma análise do futebol a partir da expressão romana “panem et circenses”, pão e circo, afirmando que o fascínio do futebol está essencialmente em reunir esses dois aspectos de forma muito convincente.
O então Arcebispo de Munique fala da identificação que se cria entre os espectadores e os jogadores: o êxito e o fracasso de cada um estão cifrados no êxito e no fracasso do conjunto, e os jogadores passam a ser símbolos da própria vida.
Todavia, tudo isso pode ser pervertido por um espírito comercial, que submete tudo à sombria seriedade do dinheiro – adverte Joseph Ratzinger. E o jogo deixa de ser tal para se transformar em uma indústria que suscita um mundo de aparências de terríveis dimensões.
“O jogo, uma vida: se aprofundarmos, o fenômeno de um mundo entusiasmado pelo futebol poderá nos oferecer mais do que um mero entretenimento” – analisa.
Este artigo é parte do livro “Buscar o que está no alto”, que pode ser consultado no portal www.humanitas.cl, da Pontifícia Universidade Católica do Chile. (BF)
Fonte: www.radiovaticana.org

23 junho 2010

Sou seguidor de Jesus Cristo!


Dois dias depois de ser expulso na partida contra a Costa do Marfim, Kaká apareceu sorridente para dar entrevista coletiva no golfe clube anexo ao QG da Seleção em Joannesburgo – onde mais de 300 jornalistas o esperavam.
Diferentemente dos dias anteriores, quando os jogadores vieram em duplas para “enfrentar” o microfone, Kaká apareceu sozinho, e com 40 minutos de atraso – um problema durante o almoço dos jogadores teria sido o motivo.
Respostas curtas e sorridentes antecederam a pergunta do jornalista André Kfouri, da ESPN Brasil. Kaká mudou. Usou a pergunta para demonstrar sua irritação com a notícia divulgada pelo pai daquele jornalista, Juca Kfouri – cujas fontes médicas garantiram, segundo publicou em sua coluna da “Folha de S. Paulo”, ter Kaká a mesma contusão que antecipou a aposentadoria do ex-tenista Guga.
Kaká mudou a expressão e mandou seu recado:
“Há algum tempo os canhões do seu pai são disparados contra mim. A artilharia dele está voltada contra mim. Eu queria aproveitar a pergunta para responder às críticas que ele vem fazendo, e o que me deixa triste é que o problema dele comigo não é profissional, mas porque ele não aceita minha religião. Porque eu sou uma pessoa que segue Jesus Cristo. Eu o respeito como ateu, e gostaria que ele me respeitasse como [seguidor de] Jesus Cristo, como alguém que professa a fé em Jesus Cristo. Não só a mim, mas a todos os milhões de brasileiros que acreditam em Jesus Cristo.”
FONTE: http://g.br.esportes.yahoo.com/futebol/copa/blog/damarilia/post/Kak-e-a-f-?urn=fbintl,250385

19 junho 2010

FIFA proíbe manifestações religiosas dos jogadores durante a Copa


Fifa pediu aos jogadores de futebol moderação na expressão de fé durante a Copa da África do Sul, que começa em 10 dias. Um comunicado já foi enviado às federações de futebol dos países que disputarão a competição na tentativa de impedir que seus atletas festejem gols e vitórias com mensagens religiosas. E o Brasil é um dos que mais preocupam a Fifa quando se trata de manter religião e futebol separados. O uso de mensagens escritas em camisetas por baixo do uniforme já é proibido. Mas, em várias ocasiões, atletas têm esperado o final da partida para rezar e exibir mensagens.
A primeira grande polêmica surgiu quando o Brasil ganhou da Alemanha em 2002 e conquistou o penta. Há um ano, o tema voltou a fazer parte de debates da Fifa na conquista da Copa das Confederações, na África do Sul.
As autoridades esportivas insistem que não querem transformar a Copa em evento político ou religioso. Mas vivem situação delicada, já que a aplicação de multas pode dar a polêmica impressão de cerceamento religioso.
Jérome Valcke, secretário-geral da entidade, acredita que a solução é pedir o compromisso das seleções para evitar as mensagens religiosas. A assessoria de imprensa da Fifa disse ao Estado que, ainda nesta semana, cada seleção receberá a visita de um representante da entidade para falar sobre temas relacionados com a Copa e o comportamento dos jogadores. A questão religiosa fará parte dos debates.
A Fifa insiste que não há problema em incluir religiosos na comitiva, mas proíbe a promoção de qualquer religião.
“Fomos comunicados sobre essa questão e todos os jogadores estão alertados”, disse o diretor de comunicação da CBF, Rodrigo Paiva. Ele acrescentou que no grupo há católicos, evangélicos e espíritas. “Todos têm sido discretos nas manifestações aqui dentro da concentração.” De acordo com Paiva, no entanto, é difícil controlar algum ato espontâneo de atletas no momento de comemoração. “Não falo só do Brasil. É algo delicado também para outras seleções.”
Islã. E não é só a seleção brasileira que preocupa. A Fifa vem enfrentando críticas por parte das seleções muçulmanas que querem que seus costumes sejam respeitados. Durante as Eliminatórias, alguns países tiveram de jogar durante o período de jejum da religião do profeta Maomé. Uma partida entre Gana e Sudão foi alvo de polêmica, depois que a equipe sudanesa, derrotada, disse que seus 11 jogadores estavam em jejum pelo Ramadã. Um estudo da Universidade de Tuebingen, na Alemanha, revelou que partidas e treinos no período de jejum podem ser prejudiciais à saúde. Mas, no ano passado, a instituição religiosa egípcia Dar al-Ifta, emitiu uma fatwa (decreto) indicando que os jogadores poderiam desobedecer o jejum para garantir vitórias.
NADA ALÉM DE FUTEBOL
Camisas: os jogadores estão proibidos de levantar a camisa para mostrar mensagens religiosas escritas em camisetas usadas por baixo do uniforme
Faixas: não poderão entrar em campo nem ser estendidas para comemorar gols ou vitórias em partidas da Copa
Jejum: jogadores islâmicos tiveram de jogar as Eliminatórias mesmo durante o Ramadã, mês sagrado dos muçulmanos
Pastores e padres: são permitidos nas comitivas e nas concentrações, mas não devem participar de atividades ligadas às partidas oficiais da Copa do Mundo
fonte: www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100601/not_imp559699,0.php

12 novembro 2009

Esporte ferramenta de evangelização para Juventude

Entrevista com o padre Javier Agudo García

ROMA, segunda-feira, 9 de novembro de 2009 (ZENIT.org).- Concluiu esse sábado em Roma o seminário “Esporte, educação e fé: para uma nova estação do movimento esportivo católico”, organizado pelo Conselho Pontifício para os Leigos.

ZENIT falou com o sacerdote espanhol Javier Agudo García, 54 anos, religioso das escolas pias dos escolápios, provincial regional na Espanha, que pertence à Federação local de Tiro com Arco e Montanhismo.

–Que diferença faz olhar o esporte com os olhos da fé?

–Javier Agudo: A fé é uma maneira de olhar o mundo, não apenas uma série de práticas, mas uma posição concreta. O esportista crente há de olhar o outro não como um inimigo. É uma maneira diferente do que se difunde no esporte profissional, onde há muito dinheiro e quem perde não ganha. Para nós, Deus é o grande árbitro e os valores cristãos são guias. Isso influencia, marca uma diferença como em qualquer atividade, entre quem vê do ponto de vista da fé ou quem o faz de outra perspectiva.

–Como o esporte pode aumentar ou fortalecer a fé de quem o pratica?

–Javier Agudo: Pelos hábitos e valores em que está presente. É importante o testemunho dos educadores. De uns bons educadores, entre o que se faz e o que se vive. O esporte converte-se assim em uma pequena escola na sociedade. Quando o esportista chegar a ser profissional, já terá que competir não no campo do esporte, mas com os advogados, médicos, químicos ou físicos. E poderá aplicar assim os valores que aprendeu quando jovem durante suas práticas esportivas.

–Em sua experiência no trabalho com os jovens, viu discernimento vocacional à vida consagrada através da prática do esporte?

–Javier Agudo: Devo dizer que não costuma ser tão milagroso ao ponto de chegar ao tema da vocação, mas proporciona uma aproximação a Deus. O esporte é um excelente lugar para que o jovem se aproxime do convívio com os outros. Os meninos com quem trabalho são de famílias cristãs e o fato de entrarem em contato com outros os leva a uma aproximação a Deus.

–Algum santo esportista a quem tenha devoção?

–Javier Agudo: São Paulo fez muita referência ao esporte, especialmente na primeira carta aos coríntios, em analogias com a vida cristã. É importante tê-lo em conta ainda mais agora que acabamos de encerrar o Ano Paulino. Foi um homem com uma visão que valorizava o esporte como lugar e espaço de esforço pessoal.

–Que tipo de ameaça o esporte vive hoje?

–Javier Agudo: As ameaças que o mundo de hoje vive. A competitividade que tem Deus no dinheiro. Uma competitividade muito dura, que faz que o homem use de meios como o dopping, porque o que importa já não é o esforço, mas só ganhar. Assim, os valores essenciais se desfazem.

–Como o senhor vê o fato de que a Santa Sé dê um espaço para o esporte por meio deste seminário?

–Javier Agudo: Como dissemos, o esporte é uma parcela da educação. O fato de a Santa Sé estar detrás dos que trabalham com a educação católica significa que há apoio. Assim nos damos conta do potencial não só evangelizador, mas de toda pedagogia inicial que leva a criança a compreender o Evangelho.

(Carmen Elena Villa)

FONTE: REVOLUÇÃO JESUS

05 maio 2009

Kit surf e as novas tecnologias

O kitesurf é uma mistura de windsurf com esqui, wakeboard, surf, vôo livre… Você desliza sobre a água em uma pranchinha, puxado pelo kite, que atua como uma asa impulsionado pelo vento.

Surfistas vão adorar fazer kitesurf nos dias sem ondas. Windsurfistas terão uma opção mais leve e divertida para dias de vento fraco. Os wakeboarders passam a ter uma alternativa quando o vento entra ou a lancha quebra. A galera do vôo livre então…logo se amarra nesse esporte, que não polui nem agride a natureza.

O equipamento do kitesurf:
1) (pipa em inglês).
2 - Linhas de vôo medem de 20 a 40 metros.
3 - Barra de controleUsada para controlar a direção do kite.

4 -PranchaVários estilos são usados: tipo prancha de surf com alças para os pés, wakeboard, prancha bidirecional (anda para os dois lados).
A maneira correta de iniciar no kitesurf é fazendo um curso com um instrutor qualificado.

As primeiras voltas na água acontecem sem a prancha, para que o aprendiz entenda e domine o controle do kite, assim como procedimentos de resgate e comandos para parar e estacionar o kite. Depois do iniciante entender a força que o kite consegue puxá-lo e já consegue controlar o kite com calma, é hora de tentar andar com uma prancha adequada ao aprendiz. Assim que dá as primeiras planadas com a prancha, o bichinho do kitesurf entra na pessoa e vira uma MANIA!!!

Acompanhe aqui a aventura do Kit surf e webtvcn!




"Despojemo-nos das ações das trevas e vistamos as armas da Luz" Rm 13,12
CEFAS, oriundo do nome de São Pedro apóstolo, significa também um Acróstico: Comunhão para Evangelização, Formação e Anúncio do Senhor. É um humilde projeto de evangelização através da internet, buscando levar formação católica doutrinal e espiritual.