
Mestrado em Educação Física pela Universidade de São Paulo.
Professor USP / PUCCAMP.
Fonte: Carmadélio

Entrevista com o padre Javier Agudo García
ROMA, segunda-feira, 9 de novembro de 2009 (ZENIT.org).- Concluiu esse sábado em Roma o seminário “Esporte, educação e fé: para uma nova estação do movimento esportivo católico”, organizado pelo Conselho Pontifício para os Leigos.
ZENIT falou com o sacerdote espanhol Javier Agudo García, 54 anos, religioso das escolas pias dos escolápios, provincial regional na Espanha, que pertence à Federação local de Tiro com Arco e Montanhismo.
–Que diferença faz olhar o esporte com os olhos da fé?
–Javier Agudo: A fé é uma maneira de olhar o mundo, não apenas uma série de práticas, mas uma posição concreta. O esportista crente há de olhar o outro não como um inimigo. É uma maneira diferente do que se difunde no esporte profissional, onde há muito dinheiro e quem perde não ganha. Para nós, Deus é o grande árbitro e os valores cristãos são guias. Isso influencia, marca uma diferença como em qualquer atividade, entre quem vê do ponto de vista da fé ou quem o faz de outra perspectiva.
–Como o esporte pode aumentar ou fortalecer a fé de quem o pratica?
–Javier Agudo: Pelos hábitos e valores em que está presente. É importante o testemunho dos educadores. De uns bons educadores, entre o que se faz e o que se vive. O esporte converte-se assim em uma pequena escola na sociedade. Quando o esportista chegar a ser profissional, já terá que competir não no campo do esporte, mas com os advogados, médicos, químicos ou físicos. E poderá aplicar assim os valores que aprendeu quando jovem durante suas práticas esportivas.
–Em sua experiência no trabalho com os jovens, viu discernimento vocacional à vida consagrada através da prática do esporte?
–Javier Agudo: Devo dizer que não costuma ser tão milagroso ao ponto de chegar ao tema da vocação, mas proporciona uma aproximação a Deus. O esporte é um excelente lugar para que o jovem se aproxime do convívio com os outros. Os meninos com quem trabalho são de famílias cristãs e o fato de entrarem em contato com outros os leva a uma aproximação a Deus.
–Algum santo esportista a quem tenha devoção?
–Javier Agudo: São Paulo fez muita referência ao esporte, especialmente na primeira carta aos coríntios, em analogias com a vida cristã. É importante tê-lo em conta ainda mais agora que acabamos de encerrar o Ano Paulino. Foi um homem com uma visão que valorizava o esporte como lugar e espaço de esforço pessoal.
–Que tipo de ameaça o esporte vive hoje?
–Javier Agudo: As ameaças que o mundo de hoje vive. A competitividade que tem Deus no dinheiro. Uma competitividade muito dura, que faz que o homem use de meios como o dopping, porque o que importa já não é o esforço, mas só ganhar. Assim, os valores essenciais se desfazem.
–Como o senhor vê o fato de que a Santa Sé dê um espaço para o esporte por meio deste seminário?
–Javier Agudo: Como dissemos, o esporte é uma parcela da educação. O fato de a Santa Sé estar detrás dos que trabalham com a educação católica significa que há apoio. Assim nos damos conta do potencial não só evangelizador, mas de toda pedagogia inicial que leva a criança a compreender o Evangelho.
(Carmen Elena Villa)
FONTE: REVOLUÇÃO JESUS
O kitesurf é uma mistura de windsurf com esqui, wakeboard, surf, vôo livre… Você desliza sobre a água em uma pranchinha, puxado pelo kite, que atua como uma asa impulsionado pelo vento.
Surfistas vão adorar fazer kitesurf nos dias sem ondas. Windsurfistas terão uma opção mais leve e divertida para dias de vento fraco. Os wakeboarders passam a ter uma alternativa quando o vento entra ou a lancha quebra. A galera do vôo livre então…logo se amarra nesse esporte, que não polui nem agride a natureza.
O equipamento do kitesurf:
1) (pipa em inglês).
2 - Linhas de vôo medem de 20 a 40 metros.
3 - Barra de controleUsada para controlar a direção do kite.
4 -PranchaVários estilos são usados: tipo prancha de surf com alças para os pés, wakeboard, prancha bidirecional (anda para os dois lados).
A maneira correta de iniciar no kitesurf é fazendo um curso com um instrutor qualificado.
As primeiras voltas na água acontecem sem a prancha, para que o aprendiz entenda e domine o controle do kite, assim como procedimentos de resgate e comandos para parar e estacionar o kite. Depois do iniciante entender a força que o kite consegue puxá-lo e já consegue controlar o kite com calma, é hora de tentar andar com uma prancha adequada ao aprendiz. Assim que dá as primeiras planadas com a prancha, o bichinho do kitesurf entra na pessoa e vira uma MANIA!!!
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