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25 setembro 2015

Sede Vacantismo

Sedevacantismo é a posição defendida por uma minoria  de católicos tradicionalistas que dizem que a Santa Sé está vaga desde a morte do Papa Pio XII, em 1958, ou de João XXIII em 1963.
 O termo "sedevacantismo" é derivado da frase em latim sede vacante, que significa literalmente "a cadeira vaga", onde o cadeira em questão é a de um bispo. A utilização específica da frase está no contexto da vacância da Santa Sé, entre a morte ou renúncia de um Papa e a eleição de seu sucessor. Para os sedevacantistas, a Igreja Católica não tem actualmente um Papa para a governar e guiar.

Oriundos do sedevacantismo, existem os que tiveram a sua alternativa própria: elegeram e reconheceram um dos seus como o verdadeiro e legítimo Papa. Devido ao facto de eles afirmarem que a Santa Sé é dirigida pelo seu candidato, eles não são sedevacantistas em sentido estrito, por isso são chamados de "conclavistas". No entanto, o termo "sedevacantista" é também frequentemente aplicado a eles, porque eles rejeitam a actual sucessão papal aceita pela Igreja Católica, pelas mesmas razões do que os sedevacantistas.
 Para eles o papa passa ser um mero materialiter que tras muitas mas a  principal dificuldade do sedevacantismo é explicar como a Igreja pode continuar a existir de uma maneira visível (já que ela recebeu de Nosso Senhor a promessa de que duraria até o fim do mundo) estando privada da sua cabeça. Os partidários da autoproclamada “Tese Cassiciacum” surgiram com uma solução muito sutil: o corrente Papa foi validamente eleito, mas não recebeu a autoridade devido a um obstáculo interior (a heresia). Assim, de acordo com essa teoria, ele é capaz de agir de algumas maneiras para o bem da Igreja, como na escolha dos cardeais (que são cardeais “materialiter”), mas não é realmente Papa.
Um erro muito comum é chamar os grupos sedevacantistas de sismaticos.o que é um erro  pois não negam o poder de jurisdição do sucessor de Pedro, "só" dizem que não é Papa, nem podemos classifica-los como hereges pois não negam a verdade da fé católica, sendo apenas um grupo de  católicos que “aderiram a um erro teológico com conseqüências graves.
Existem varios grupos que aderiram ou elegeram seu papa! Caso da igreja Católica Palmariana( Espanha), Igreja Catolica de sempre(U.S.A) e outras mas seguindo o principio de que a sé não está mais vaga! Pois os conclavistas tem papa! Nao Pedro, mas alguem escolhido por eles!

16 setembro 2015

A importância do bom humor nos relacionamentos

Quando o assunto é relacionamento, o bom humor é um dos ingredientes que não podem faltar

Sorrir é uma das melhores coisas da vida e não há dúvidas em relação a isso. Mas a verdade é que nem sempre lembramos de sorrir! Envolvidos pelos problemas e pelas exigências que nos cercam, muitas vezes, passamos o dia tensos, com rugas na testa, sem dar um sorriso sequer, perdendo assim, a oportunidade de proporcionar benefícios à nossa saúde e melhorar a qualidade de nossos relacionamentos. Aliás, quando o assunto é relacionamento, o bom humor é um dos ingredientes que não podem faltar.

Pode ser que o casal não tenha dinheiro, casa própria, carro nem tantas outras coisas que muitos defendem como condição para a felicidade, mas se esse casal tem amor e bom humor, ele aprende a aproveitar bem o tempo e é feliz aqui e agora.

Até porque, segundo o cardiologista Dr. Antônio Carlos Lopes, da Universidade Federal de São Paulo, “um indivíduo bem-humorado sofre menos e é mais feliz, porque produz mais endorfina, um hormônio que relaxa”. E não para por aí. O médico explica também que a endorfina aumenta a tendência de ter bom humor. Ou seja, quanto mais bem-humorado você está, maior é sua disposição e, consequentemente, mais bem-humorado você fica. Bom para você, melhor ainda para quem está ao seu lado, porque o bom humor é contagiante.

Já percebeu que, quando alguém tem a coragem de romper os paradigmas e dar uma boa gargalhada, queremos logo saber qual o motivo e ficamos ansiosos para sorrir juntos? É que sorrir torna a vida mais leve e as relações também. Aliás, a leveza é um dos primeiros impactos positivos que o bom humor proporciona numa relação. Por isso, apresento aqui algumas das inúmeras atitudes práticas que podem colaborar para que o bom humor triunfe entre você e seu amor:

1- Aproveite as oportunidades: Ninguém tem uma vida “cor-de-rosa” o tempo inteiro, é claro! E isso não seria nem mesmo normal. Risos e lágrimas sempre se entrelaçam enquanto vivemos. Então, quando perceber que o bom humor está lhe estendendo a mão, segure-o com todas as forças e aproveite para curtir a oportunidade com quem você ama.

Deem rizadas juntos, brinquem, contem casos, cantem, dancem e sorriam sem economizar. Tenho certeza que esses momentos serão sempre guardados como os mais importantes da vida a dois. E mais, cada vez que lembrar do que viveram juntos, sentirá vontade de rir novamente, mesmo que esteja sozinho andado pela rua. Às vezes, acontece isso comigo, e é muito bom! Quem nos vê sorrindo, às vezes, ri também e lucramos com isso. Então, fique atento e não perca as oportunidades de sorrir!

2- Quebre o gelo: Quando o clima está pesado e alguém faz um comentário engraçado, geralmente consegue tirar o foco do problema e alcançar o grande prêmio, que é melhorar o ambiente e a disposição das pessoas. No relacionamento, isso é muito importante, principalmente quando os dois estão cansados e resolvem ficar tensos e calados. Um imagina o que o outro está vivendo, mas, por uma razão qualquer, acabam silenciando também; então, o silêncio reina, e, neste caso, isso não é bom. Seja você o primeiro a descontrair, pois assim, os dois sairão ganhando e o amor agradecerá. Fazer “tempestade em um copo de água” não é sábio nem resolve o problema. Então, quebre o gelo e torne seu relacionamento muito melhor.

3- Não brinque com coisas sérias: Ter bom humor não significa ser inconveniente e buscar graça onde não existe. Uma piada ou um comentário “mesmo que seja engraçado”, fora de hora, pode ferir profundamente a outra pessoa. Para evitar isso, procure compreender como o outro se sente e o que realmente precisa no momento. Às vezes, mais do que sorrir, a pessoa está precisando é de um ombro amigo para chorar, e você ganhará muito se descobrir isso antes de usar, em primeira mão, o bom humor.

4- Viva cada coisa ao seu tempo: Partilhar os acontecimentos do dia com quem amamos é bom e edifica o relacionamento. Porém, é preciso atenção para não ficar falando o tempo inteiro a respeito de trabalho quando se encontram. A Palavra de Deus ensina que “há um tempo para cada coisa” (Ecle 3); então, é preciso deixar no trabalho os problemas que ele causa e levar para casa a disposição para viver algo bom com o outro que está a sua espera. Essa disposição interior já é o primeiro passo para viverem ótimos momentos juntos.

E são muitas as alternativas que você pode desenvolver para preservar o bom humor no seu relacionamento e assim encontrar o equilíbrio necessário para viver bem os seus dias. Até porque, segundo pesquisadores, o bom humor reforça também o sentimento de liberdade e sentir-se livre é o maior desejo do ser humano. Agora, consegui-lo em meio à alegria é um presente que está ao seu alcance. Então, não perca tempo, sorria sempre que possível. Sua saúde e seu amor agradecem!

Fonte: http://formacao.cancaonova.com/relacionamento/namoro/a-importancia-do-bom-humor-nos-relacionamentos/

07 maio 2012

Falar sozinho deixa você mais inteligente


Por Nilton Kleina em 18 de Abril de 2012, fonte: tecmundo.
(Fonte da imagem: ThinkStock)
Uma boa notícia para quem costuma travar diálogos longos e complexos entre si mesmo: isso não significa que você está ficando louco – mas essas conversas solitárias podem aumentar sua inteligência, já que aceleram o lado cognitivo do cérebro.
A pesquisa que chegou a essa conclusão foi conduzida por dois psicólogos que estavam intrigados com as pessoas que procuravam itens no supermercado sussurrando o nome dos alimentos. Para comprovar que isso ajudava na busca, eles fizeram um teste bastante simples.
Em uma das dinâmicas, eles precisavam encontrar a foto de um objeto específico em meio a várias outras. Alguns voluntários precisavam fazer isso em silêncio – e eles levaram mais tempo para acabar a tarefa do que os que eram autorizados a falar o nome da figura.
Na segunda atividade, um site de compras online foi usado em um experimento similar – e quem falava os produtos pedidos para serem procurados eram bem mais velozes na busca, mas apenas se eles conheciam o nome do objeto. O artigo completo pode ser conferido clicando aqui.


05 abril 2012

O Santo Sudário: a verdade sobre o Carbono 14



Um documentário-enquete revela os erros e mentiras da datação medieval
Análise do Santo SudárioPor Luca Marcolivio
ROMA, terça-feira, 03 de março de 2012 (ZENIT.org ) – Produzido pela Polifemo SRL e pela RAI Trade, o documentário-enquete A noite do Sudário, busca esclarecer, com documentos inéditos, as muitas dúvidas sobre a datação do Sudário por meio do carbono 14.
Na entrevista concedida ao ZENIT, Francesca Saracino, diretora do documentário, explicou como foi realizado este estudo, com a capacidade de desenmascarar as desleais e anti-científicas manobras de quem, espertamente, pretendeu colocar a datação do Sudário numa época medieval.
Senhora Saracino, como chegou nas conclusões ilustradas no seu documentário?
Saracino: Há oito anos me dedico ao Sudário. A noite do Sudário é o terceiro documentário de uma trilogia: o primeiro foi O Sacro Sudário a história que foi distribuida pela Mimep-Docete e teve um discreto sucesso, com 2000 cópias vendidas. O segundo documentário é uma versão prolongada do primeiro documentário com algumas entrevistas exclusivas, entre as quais aquela da doutora Barbara Frale, que tinha feito novas descobertas sobre a questão. O segundo documentário agradou muito a redação de TG2 Dossier que o colocou no ar em 2009 num programa especial. Existe portanto um quarto documentário, que nós apresentamos uma pré-montagem no Meeting de Rimini em 2010, que logo terminaremos.
Aquele apresentado agora, o deixei conscientemente por último, porque sabia que teria sido o mais complicado de realizar. Neste terceiro episódio ocupo-me exclusivamente do Carbono 14 mas de uma maneira diversa de como foi afrontado até agora. Normalmente fala-se muito do Carbono 14 nos documentários mas, do meu ponto de vista, nunca se aprofundou bastante. Me comprometi a entrar mais nas “escuridões profundas” do tema, dado que a datação é uma das questões mais controversas do Santo Sudário. Além de novos documentos inéditos, conseguimos obter algumas entrevistas exclusivas de estudiosos, reconhecidos a nível internacional, que não falavam sobre há mais de 20 anos. Assim, de documentário, como era o objetivo, virou uma autêntica e verdadeira enquete.
Foram empregados dois anos e meio para completar o documentário e certamente não esperava que teríamos conseguido resultados tão importantes. Sobre o Carbono 14 em todos estes anos fizeram-se muitas hipóteses: por exemplo que o resultado possa ter sido “dirigido” para fazer que o Sudário tivesse uma datação medieval. No final nos demos conta de que tal hipóteses tinham de fundo uma verdade. Apareceram uma série de problemáticas que recolocam em discussão todas as certeza sobre o Carbono 14. Houve também sujeitos “externos” que não tinham nada a ver com a datação, que intervieram, dando uma contribuição negativa àquela que devia ser uma análise a ser desenvolvida do modo mais escrupuloso possível. E tudo isso é provado por documentos inéditos.
Queremos provar que a análise do carbono 14 não foi feito de modo correto. O nosso objetivo não é demonstrar que o Sudário seja verdadeiro ou falso: serão as pessoas, vendo o documentário que tirarão por si só as conclusões.
È verdade que existem pessoas que tem medo da verdade sobre o Sudário?
Saracino: Quando em 1988 foi feita a análise do carbono 14, o relativo documentário mostra que muitos estudiosos estava interessados no Sudário como objeto, enquanto que outros estavam interessados numa questão de prestígio pessoal ou, ao menos, de prestígio que teria adquirido o departamento pelo qual trabalhamos. Até mesmo o laboratório de Oxford parece que recebeu 1 milão de esterlinas, de 45 homens de negócio, para demonstrar que o Sudároi era uma falsificação medieval. É evidente que algo não estava bem…
Você acha que se chegará a uma verdade sobre o Sudário? Ou ao menos, em que nível de veracidade poderão chegar as investigações?
Saracino: È claro que o Sudário é um objeto difícil de analizar. Durante uma projeção me foi perguntado porque a Igreja não faz reexaminar o objeto. Até mesmo o inventor do radiocarbono, Libby, quando soube que o Sudário teria sido submetido ao Carbono 14, disse que teria sido uma operação destinada ao fracasso. O STURP teria submetido uma série de 25 exames preliminares justo para achar todos os tipos de poluentes possíveis e fazer a mais correta análise possível. Todos estes exames preliminares – exceto o carbono 14 – foram abolidos, embora o então cardeal Ratzinger o tivesse sempre encorajado. Se hoje quiséssemos submeter o Sudário a uma nova datação, teria sido necessário, antes de tudo, efetuar estas 25 análises preliminares para descobrir os poluentes, para depois proceder seguindo um protocolo escrupuloso. Certamente que as muitas exposições públicas e a recente restauração do Sudário poderiam de qualquer forma ter alterado um eventual novo resultado.
Qual acolhida está tendo o documentário seja a nível de crítica seja a nível de público?
Saracino: O resultado até agora foi muito positivo. Tivemos uma projeção privada à qual assistiu Barry Schwortz, membro do STURP, a equipe que estudou o Sudário em 1978. O comentário de Schwortz foi entusiasta e disse que finalmente, pela primeira vez depois de anos tinha sido feito um documentário que não tinha medo de ilustrar a verdade sobre o Carbono 14 e sobre os bastidores do que aconteceu antes da datação. Schwortz falou disso na América e nos disse que ali há uma grande espera pelo nosso documentário. Já alguns livros americanos falam também.
O documentário foi apresentado como premier no interior do Roma Fiction Fest em Setembro de 2011 e também na projeção da quarta-feira passada no Ateneu Pontifício Regina Apostolorum, as impressões foram entusiasmantes: nos disseram que aquelas que antes eram só hipóteses, agora foram verificadas.
A novidade do nosso documentário é que trata o carbono 14 como nunca tinha sido feito antes. Não tinha nenhum sentido fazer um novo documentário sobre o carbono 14 que fosse igual aos outros: também a nível comercial não teria tido nem sequer sucesso estratégico financeiro.
Veremos logo o documentário na televisão?
Saracino: Há um acordo em fase de definição com uma casa distribuidora. Ainda não posso dar detalhes, só antecipar que é uma das mais importantes distribuidoras da Itália e que garantirá que o documentário tenha uma difusão capilar. Agora o documentário está dando voltas – também no exterior – em Congressos e salas privadas, como aquela do UPRA.
Na televisão encontramos mais obstáculos, não tanto pelo aspecto econômico, mas de conteúdo definido “forte” por algumas produtoras que, portanto, estão tomando um tempo para decidir. O nosso é um documentário rico de informações e complexo para ser acompanhado: colocá-lo no ar na alta noite não seria sem dúvida o maior sucesso. Apontamos à faixa horária do início da noite que, porém, notoriamente, está sempre lotado. Esperamos encontrar um acordo até o outono.
[Tradução Thácio Siqueira]

Fonte: http://www.sentinelacatolico.com.br/index.php/2012/04/sudrio-a-verdade-sobre-o-carbono-14/

06 abril 2011

Dicas para o Celular

CONHEÇA AS TRÊS UTILIDADES QUE ESTÃO ESCONDIDAS EM SEU CELULAR:
03 coisas que você nunca soube sobre seu celular. Será útil manter essas informações com você. Existem algumas coisas que podem ser feitas em caso de emergência. Seu celular é uma ferramenta que pode salvar sua vida. Veja o que ele pode fazer por você:   

Emergência I:
O número universal de emergência para celular é 112 Se você estiver fora da área de cobertura de sua operadora e tiver alguma emergência, disque 112 e o celular irá procurar conexão com qualquer operadora possível para enviar o número de emergência para você, e o mais interessante é que o número 112 pode ser digitado mesmo se o teclado estiver travado. Experimente!   

Emergência II: *3370# Vamos imaginar que a bateria do seu celular esteja fraca. Para ativar, pressione as teclas: *3370# Seu celular irá acionar a reserva e você terá de volta 50% de sua bateria. Essa reserva será recarregada na próxima vez que você carregar a bateria.   

Emergência III: *#06# Para conhecer o número de série do seu celular, pressione os seguintes dígitos: *#06# Um código de 15 dígitos aparecerá é o IMEI. Este número é único. Anote e guarde em algum lugar seguro. Se seu celular for roubado, ligue para sua operadora e dê esse código. Assim eles conseguirão bloquear seu celular e o ladrão não conseguirá usá-lo de forma alguma. Talvez você fique sem o seu celular, mas pelo menos saberá que ninguém mais poderá usá-lo... Se todos fizerem isso, não haverá mais roubos de celular. 

31 outubro 2010

A Freira que viu sangue



Quando eu era uma criança, minha avó paterna me contou um fato interessante. Depois com o passar dos anos, já tendo me formado na Faculdade de Direito, ao conversar com um amigo num café do centro de São Paulo, ele me contou a mesma história. De fato, antes essa história circulava muito, mas hoje caiu no “esquecimento”... Passo a narrar o que ela me contou:

Um taxista, numa manhã de sol, se despediu da família e entrou no seu automóvel para ir trabalhar. No seu automóvel havia uma imagem pequena de Nossa Senhora fixado no painel, e como era seu costume, antes de sair rezou três “Ave-Marias” para que a Mãe do Céu o protegesse e à sua família, pedindo também que Nossa Senhora lhe mandasse passageiros suficientes para que ele pudesse trazer o sustento para sua casa. Depois disso, ligou seu automóvel e calmamente saiu pelas ruas de São Paulo.

Depois de algum tempo ele observou uma freira que vestia um hábito muito bonito na beira da calçada. Pensou: “Acho que ela precisa de um táxi.” Parou perto dela e saindo do automóvel abriu a porta traseira para que ela adentrasse. E foi o que ela fez.
Sorrindo por ser o seu primeiro cliente, perguntou:

- “Bom dia irmã, para onde a senhora quer que eu a leve?”

Ela, que era uma freira já de idade avançada, mas com rosto angelical, lhe respondeu:

- “Ao mosteiro da Luz, na Avenida Tiradentes.”

Então o taxista, zelosamente em sua profissão, tomou o rumo indicado.Porém ao passar pelo Viaduto do Chá, a freira pediu para o taxista parar o carro. Ele estacionou e ela saiu do automóvel e se apoiando no muro lateral do viaduto, ficou observando detidamente o movimento dos carros que passavam por debaixo do viaduto. Como ela demorava muito para voltar ao carro, o taxista resolveu ir falar com ela muito respeitosamente.

- “A senhora precisa de alguma coisa? Está esperando alguém? Olhando o movimento?”

Foi então que a freira olhou para o taxista e disse:

- “Estou vendo rios de sangue que inundarão as ruas do Brasil.”

O taxista empalideceu, olhou para a rua que estava embaixo do viaduto, e voltando os olhos novamente para a freira disse:

- “A senhora não quer que eu lhe ajude a voltar para o carro?”

A freira com olhar de doçura e muita bondade, deu meia volta e entrou no carro para prosseguir no seu trajeto. Chegando ao belíssimo Mosteiro da Luz, a freira saiu do automóvel e entrou no Mosteiro. O taxista esperou por mais de meia hora, mas a freira não voltava para pagar-lhe a corrida. Cansado de tanto esperar ele resolveu bater na porta do Mosteiro. Logo veio uma freira de meia idade abrir a porta.

- “Pois não, o que o senhor deseja?”

E o taxista explicou que havia trazido a freira e que precisava receber seu dinheiro para prosseguir no seu trabalho. A freira que lhe atendeu, disse-lhe:

- “Isto é impossível, pois ninguém saiu daqui e ninguém chegou também desde ontem à tarde. Nossas irmãs estão todas recolhidas numa cerimônia.”

Ante a insistência do taxista, a freira convidou-o a entrar e então apontar qual é a freira que ele trouxe de táxi.As freiras estavam todas numa sala, numa cerimônia de réquiem, rezando.Olhando para todas elas ele não identificava nenhuma, mas de repente o taxista tomou um susto muito grande e empalideceu. Era justamente a irmã falecida que estava na urna funerária que havia pegado o táxi. Ao relatar isso, a freira se admirou muito, pois a irmã havia
falecido no dia anterior e estava sendo velada.

- “O senhor tem certeza de que era mesmo esta freira?” – indagou a irmã.

- “Sim, absoluta certeza” – respondeu o taxista relatando tudo o que tinha havido, inclusive a visão das ruas cheias de sangue. As freiras então choraram e se afervoraram em suas orações. O taxista saiu muito impressionado, rezando para que Nossa Senhora protegesse o Brasil de todas as coisas ruins que viriam num futuro breve.

Fonte: Blog Ponto de Táxi - O nosso ponto de encontro. 
http://pontodetaxi0001.blogspot.com

08 agosto 2010

Uma grande lição dos mais idosos!

Um jovem muito arrogante, que estava assistindo a
um jogo de futebol, tomou para si a responsabilidade de explicar a um senhor já maduro, próximo dele, porque era impossível a alguém da velha geração entender esta geração.

"Vocês cresceram em um mundo diferente, um mundo
quase primitivo!", o estudante disse alto e claro de modo
que todos em volta pudessem ouvi-lo.

"Nós, os jovens de hoje, crescemos com Internet ,
celular , televisão, aviões a jato, viagens espaciais,
homens caminhando na Lua, nossas espaçonaves tendo visitado Marte. 
Nós temos energia nuclear, carros elétricos e a
hidrogênio, computadores com grande capacidade de
processamento e ....," - fez uma pausa para tomar outro gole
de cerveja.

O senhor se aproveitou do intervalo do gole para
interromper a liturgia do estudante em sua ladainha e
disse:

- Você está certo, filho. Nós não tivemos essas coisas quando éramos jovens porque estávamos ocupados em inventá-las. 
E você, um bostinha de merda arrogante dos dias de hoje, o que está fazendo para a próxima geração?

30 julho 2010

Proteção das santas almas do Purgatório


No livro “Le purgatoire d’ápres les revelations des Saints”, escrito por Mons. Louvet, narra-se um fato impressionante da proteção das almas aos que a elas socorrem com sufrágios.
O padre Luiz Monaci, religioso dos Clérigos Menores, era muito devoto das almas. Em toda parte e em todas as ocasiões procurava meios de ajudar essas almas sofredoras. Em uma noite, em viagem, teve de atravessar sozinho uma planície deserta e perigosa, porque, infestada de bandidos e assaltantes. Haviam já tirado a vida a muita gente para roubar.
Pelo caminho, o bom padre não perdia tempo: ia recitando piedosamente o rosário de Maria pelas almas do purgatório. Ao avistar de longe o sacerdote, sozinho e desprovido de armas, um grupo de ladrões se preparou para o assaltar e puseram-se de emboscada. Qual não foi o espanto quando ouviram o soar de trombetas e um grupo de soldados que marchava armado ao lado do padre. Aterrorizados, esconderam-se, pensando que eram soldados que os vinham prender. Viam entretanto o padre muito tranqüilo a caminhar, recitando o rosário. Entrou este numa hospedaria próxima. Enquanto o padre ceava, dois bandidos curiosos se aproximaram e perguntaram: — Que padre é este que anda acompanhado pelas estradas de soldados que o protegem?
— Aqui não chegou soldado algum e este padre nunca andou assim em viagem…
Os bandidos, curiosos, procuraram entrar em palestra com o sacerdote e perguntaram-lhe do batalhão que o escoltava.
— Meus filhos, eu ando sozinho pelos caminhos. Só tenho um companheiro, o meu rosário, que recito sempre pelas santas almas do purgatório para que elas me protejam.
– Pois bem, padre, confessa um bandido, estas almas vos salvaram. Estávamos na estrada prontos para o despojar e matar. E só não o fizemos porque um batalhão vos seguia pela estrada. Aterrorizados, fugimos e viemos aqui saber do que se trata. Cremos que as almas das quais sois tão devoto vos salvaram da morte…
Os bandidos, tocados pela graça, ali mesmo, de joelhos, pediram perdão dos pecados e confessaram-se humildemente.
Muitos outros autores contam inúmeros casos de proteção das santas almas em favor dos seus benfeitores.
Na verdade, mesmo nas coisas temporais aqueles caridosos que nunca se esquecem de socorrer as benditas almas do purgatório, podem contar com uma proteção segura da divina Providência em todas as circunstâncias difíceis, porque Deus sempre recompensa esta grande caridade.
(Fonte: Socorramos as almas do purgatório – Mons. Ascânio Brandão – Edições Paulinas – 2ª. Edição – 1954 – pp. 78-80)

27 julho 2010

O batismo Milagroso de valentino na Espanha.


Uma imagem impressionante tornou-se uma mensagem de fé, na Espanha. Esta foi tirada no batismo de Valentino Mora, filho de Erica,  de 21 anos
A foto do batismo de Valentino Mora está varrendo a internet, porque na época o padre derrama a água benta sobre a cabeça, a água flui na forma de um rosário (veja foto abaixo).
Essa história começou na paróquia da Assunção de Nossa Senhora em Córdoba, Espanha, onde o batismo de um bebê de um mês teve lugar. No momento em que Valentino chegou à pia batismal para o sacramento do batismo, Erica perguntou o fotógrafo Maria Silvana Salles, que foi contratado por outros pais batizar seus bebês, para tirar uma foto de seu filho como um favor, uma vez que a jovem mãe teve nenhuma maneira de pagar por isso. O fotógrafo, movido pelo pedido de Erica, concordou em tirar uma foto de Valentino.Maria Silvana trabalha com uma câmera tradicional e teve de enviar o filme para ser desenvolvido para uma loja em Córdoba. Quando recebeu as fotos, ela notou com surpresa que a água que derramou da cabeça de Valentino foi um rosário perfeito.

27 junho 2010

RELATO DE UM MÉDICO SOBRE AGONIA E MORTE DE JESUS CRISTO


Sou um cirurgião, e dou aulas há algum tempo. Por treze anos vivi em companhia de cadáveres e durante a minha carreira estudei anatomia a fundo. Posso portanto escrever sem presunção a respeito de morte como aquela. ‘Jesus entrou em agonia no Getsemani e seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer pela terra’. O único evangelista que relata o fato é um médico, Lucas. E o faz com a precisão de um clínico.
O suar sangue, ou “hematidrose”, é um fenômeno raríssimo. É produzido em condições excepcionais: para provocá-lo é necessário uma fraqueza física, acompanhada de um abatimento moral violento causado por uma profunda emoção, por um grande medo.
O terror, o susto, a angústia terrível de sentir-se carregando todos os pecados dos homens devem ter esmagado Jesus. Tal tensão extrema produz o rompimento das finíssimas veias capilares que estão sob as glândulas sudoríparas, o sangue se mistura ao suor e se concentra sobre a pele, e então escorre por todo o corpo até a terra. Conhecemos a farsa do processo preparado pelo Sinédrio hebraico, o envio de Jesus a Pilatos e o desempate entre o procurador romano e Herodes. Pilatos cede, e então ordena a flagelação de Jesus.
Os soldados despojam Jesus e o prendem pelo pulso a uma coluna do pátio. A flagelação se efetua com tiras de couro múltiplas sobre as quais são fixadas bolinhas de chumbo e de pequenos ossos. Os carrascos devem ter sido dois, um de cada lado, e de diferente estatura.
Golpeiam com chibatadas a pele, já alterada por milhões de microscópicas hemorragiasdo suor de sangue. A pele se dilacera e se rompe; o sangue espirra. A cada golpe Jesus reage em um sobressalto de dor. As forças se esvaem; um suor frio lhe impregna a fronte, a cabeça gira em uma vertigem de náusea, calafrios lhe correm ao longo das costas. Se não estivesse preso no alto pelos pulsos, cairia em uma poça de sangue.
Depois o escárnio da coroação. Com longos espinhos, mais duros que os de acácia, os algozes entrelaçam uma espécie de capacete e o aplicam sobre a cabeça. Os espinhos penetram no couro cabeludo fazendo-o sangrar (os cirurgiões sabem o quanto sangra o couro cabeludo).
Pilatos, depois de ter mostrado aquele homem dilacerado à multidão feroz, o entrega para ser crucificado.
Colocam sobre os ombros de Jesus o grande braço horizontal da Cruz; pesa uns cinqüenta quilos. A estaca vertical já está plantada sobre o Calvário.
Jesus caminha com os pés descalços pelas ruas de terreno irregular, cheias de pedregulhos. Os soldados o puxam com as cordas. O percurso, é de cerca de 600 metros. Jesus, fatigado, arrasta um pé após o outro, freqüentemente cai sobre os joelhos. E os ombros de Jesus estão cobertos de chagas.
Quando ele cai por terra, a viga lhe escapa, escorrega, e lhe esfola o dorso.
Sobre o Calvário tem início a crucificação. Os carrascos despojam o condenado, mas a sua túnica está colada nas chagas e tirá-la produz dor atroz.
Quem já tirou ma atadura de gaze de uma grande ferida percebe do que se trata. Cada fio de tecido adere à carne viva: ao levarem a túnica, se laceram as terminações nervosas postas em descoberto pelas chagas.
Os carrascos dão um puxão violento. Há um risco de toda aquela dor provocar uma síncope, mas ainda não é o fim. O sangue começa a escorrer.
Jesus é deitado de costas, as suas chagas se incrustam de pé e pedregulhos. Depositam-no sobre o braço horizontal da cruz. Os algozes tomam as medidas. Com uma broca, é feito um furo na madeira para facilitar a penetração dos pregos. Os carrascos pegam um prego (um longo prego pontudo e quadrado), apóiam-no sobre o pulso de Jesus, com um golpe certeiro de martelo o plantam e o rebatem sobre a madeira. Jesus deve ter contraído o rosto assustadoramente. O nervo mediano foi lesado.
Pode-se imaginar aquilo que Jesus deve ter provado; uma dor lancinante, agudíssima, que se difundiu pelos dedos, e espalhou-se pelos ombros, atingindo o cérebro. A dor mais insuportável que um homem pode provar, ou seja, aquela produzida pela lesão dos grandes troncos nervosos: provoca uma síncope e faz perder a consciência. Em Jesus não. O nervoé destruído só em parte: a lesão do tronco nervoso permanece em contato com o prego: quando o corpo for suspenso na cruz, o nervo se esticará fortemente como uma corda de violino esticada sobre a cravelha. A cada solavanco, a cada movimento, vibrará despertando dores dilacerantes. Um suplício que durará três horas. O carrasco e seu ajudante empunham a extremidade da trava; elevam Jesus, colocando-o primeiro sentado e depois em pé; conseqüentemente fazendo-o tombar para trás, o encostam na estaca vertical.
Depois rapidamente encaixam o braço horizontal da cruz sobre a estaca vertical. Os ombros da vítima esfregam dolorosamente sobre a madeira áspera. As pontas cortantes da grande coroa de espinhos penetram o crânio.
A cabeça de Jesus inclina-se para frente, uma vez que o diâmetro da coroa o impede de apoiar-se na madeira. Cada vez que o mártir levanta a cabeça, recomeçam pontadas agudas de dor. Pregam-lhe os pés.
Ao meio-dia Jesus tem sede. Não bebeu desde a tarde anterior. Seu corpo é uma máscara de sangue. A boca está semi-aberta e o lábio inferior começa a pender. A garganta, seca, lhe queima, mas ele não pode engolir. Tem sede.
Um soldado lhe estende sobre a ponta de uma vara, uma esponja embebida em bebida ácida, em uso entre os militares. Tudo aquilo é uma tortura atroz.
Um estranho fenômeno se produz no corpo de Jesus. Os músculos dos braços se enrijecem em uma contração que vai se acentuando: os deltóides, os bíceps esticados e levantados, os dedos, se curvam. É como acontece a alguém ferido de tétano. A isto que os médicos chamam tetania, quando os sintomas se generalizam: os músculos do abdômen se enrijecem em ondas imóveis, em seguida aqueles entre as costelas, os do pescoço, e os respiratórios. A respiração se faz, pouco a pouco mais curta. O ar entra com um sibilo, mas não consegue mais sair. Jesus respira com o ápice dos pulmões. Tem sede de ar: como um asmático em plena crise, seu rosto pálido pouco a pouco se torna vermelho, depois se transforma num violeta purpúreo e enfim em cianítico.
Jesus é envolvido pela asfixia. Os pulmões cheios de ar não podem mais esvaziar-se. A fronte está impregnada de suor, os olhos saem fora de órbita. Mas o que acontece? Lentamente com um esforço sobre-humano, Jesus toma um ponto de apoio sobre o prego dos pés. Esforça-se a pequenos golpes, se eleva aliviando a tração dos braços. Os músculos do tórax se distendem. A respiração torna-se mais ampla e profunda, os pulmões se esvaziam e o rosto recupera a palidez inicial.
Por que este esforço? Porque Jesus quer falar: “Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem”. Logo em seguida o corpo começa afrouxar-se de novo, e a asfixia recomeça. Foram transmitidas sete frases pronunciadas por ele na cruz: cada vez que quer falar, deverá levar-se tendo como apoio o prego dos pés. Inimaginável! Atraídas pelo sangue que ainda escorre e pelo coagulado, enxames de moscas zunem ao redor do seu corpo, mas ele não pode enxotá-las. Pouco depois o céu escurece, o sol se esconde: de repente a temperatura diminui. Logo serão três da tarde, depois de uma tortura que dura três horas.
Todas as suas dores, a sede, as câimbras, a asfixia, o latejar dos nervos medianos, lhe arrancam um lamento: “Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes?”. Jesus grita: “Tudo está consumado!”. Em seguida num grande brado diz: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito”. E morre. Em meu lugar e no seu.
Dr. Barbet, médico francês
FONTE: LEPANTO

"Despojemo-nos das ações das trevas e vistamos as armas da Luz" Rm 13,12
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