13 fevereiro 2012

Complô contra o Papa

Será???

“Bento XVI vai morrer em novembro de 2012″, profetiza cardeal

Complô para matar papa estaria em andamento e sucessor já foi escolhido


O Papa vai morrer assassinado em novembro deste ano “vítima de um complô” revelou Paolo Romeo, cardeal de Palermo, durante uma visita à China, revelando um documento confidencial enviado ao Papa pelo cardeal Castrillon, em meados de janeiro.
Durante uma audiência reservada o papa foi informado do complô, mas não se pronunciou. O documento entregue ao papa por Castrillon foi carimbado como “Estritamente Confidencial” e foi escrito em alemão e também faz uma análise dos problemas causados pela divisão interna na Cúria e do “ódio” mostrado pelo atual secretário de Estado do papa pelo seu provável substituto, justamente o cardeal Scola.
O jornal italiano “Il Fatto Quotidiano” tem denunciando a luta pelo poder entre o secretário de Estado, Tarcisio Bertone, e seu antecessor, Angelo Sodano. O documento que o periódico teve acesso não esclarece quem está por trás dessa trama, mas deixa claro que o próprio Papa já estaria pensando em seu sucessor, que seria o cardeal de Milão, Angelo Scola.
O cardeal Romeo anunciou que durante uma conferência na China teve a revelação que a morte do papa ocorreria ao longo dos próximos doze meses. As declarações do cardeal são confirmadas por uma pessoa conhecedora de uma grave conspiração criminal em andamento.
“Secretamente, o Santo Padre estaria cuidar de sua sucessão, e vê o Cardeal Scola como o candidato ideal, porque eles tem uma personalidade muito parecida. De forma lenta, porém  segura, ele estaria preparando o cardeal. Por isso, Bento 16 transferiu Romeo Scola de Veneza para Milão, procurando deixá-lo mais perto”.
O diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé,, Federico Lombardi, chamou a matéria do jornal de “algo totalmente fora da realidade, que não merece ser levado em consideração. Acho bobagem e eu não vou fazer qualquer comentário”.
O jornal “Il Fatto Quotidiano” publicou o seguinte trecho do documento a que teve acesso:
“Assunto: Viagem do arcebispo de Palermo, Cardeal Paolo Romeo, para Pequim em novembro de 2011.
Durante conversas na China, o cardeal Romeo profetizou a morte do Papa Bento XVI nos próximos 12 meses. As declarações do cardeal foram expostas de que há uma conspiração criminal grave em andamento… Romeo foi visto indo de turista para Pequim, onde não se encontrou com nenhum membro da Igreja Católica na China, mas apenas com empresários italianos que vivem ou trabalham em Pequim, e com diferentes parceiros chineses.
Em Pequim, o cardeal Romeo disse que foi enviado pessoalmente pelo Papa Bento XVI para continuar as conversações iniciadas pelo Cardeal Dario Castrillon Hoyos, em março de 2010 na China.
Também disse que ele a partir de agora seria a pessoa de contacto designada pelo Papa para abordar em futuras questões entre a China e o Vaticano.
Romeo garantiu que, por iniciativa do Santo Padre, o Cardeal Scola foi transferido de Veneza a Milão, para silenciosamente prepará-lo para o papado.
Confiante, o cardeal Romeo anunciou que o Papa teria menos de 12 meses de vida. Durante as conversas na China profetizou a morte do Papa Bento XVI.
As declarações do cardeal foram baseadas em informações sobre uma conspiração criminal grave, que estaria planejando um ataque contra o Papa. Seguro, Romeo profetizou que poderia assegurar que o sucessor de Bento XVI será de origem italiana… Scola seria eleito Papa, mas conta com muitos inimigos dentro do Vaticano.”

Traduzido e adaptado de Ilfattoquotidiano.it e Periodistadigital.com

Fonte: 
http://noticias.gospelprime.com.br/bento-xvi-vai-morrer-em-novembro-de-2012-profetiza-cardeal/

Vinde e Vede 2012

O carnaval católico capixaba Vinde Vede 2012 já tem atrações confirmadas. Os destaques nacionais são: o missionário e cantor Tony Allysson, Vicente Gomes, de Goiânia, e a Banda Arkanjos, de São Paulo. Eles devem pregar e animar o retiro para mais de 60 mil católicos.

Com o tema “Sou o Senhor e Estou no Meio de Vós”, o evento acontecerá entre 18 e 21 de fevereiro, no Parque de Exposições de Carapina, na Serra Também se apresentarão no Vinde e Vede as bandas Ciros, de Cariacica, e Ebrom, da Serra.

Além das missas, orações e shows, o Vinde e Vede 2012 também terá momentos de pregação da palavra de Deus. Mas, o público pode esperar por novidades! Nesta edição temas como amor de Deus, pecado, salvação e batismo no Espírito Santo serão abordados durante os quatro dias de louvor. Sem contar o Vinde Vedinho, que vai animar a criançada de 4 e 12 anos. 

"Nossa intenção é fazer um retiro voltado para as famílias. Será um momento de res gate e união das famílias. Hoje, muitos jovens necessitam reatar os laços afetivos com seus pais", explicou Sidney Dias Rocha, coordenador do evento.

A entrada é franca. Os participantes vão levar um quilo de alimento não perecível para doação a instituições de caridade.

Programação

Shows
Banda Ciros (Cariacica), Banda Arkanjos (São Paulo), Banda Ebrom (Serra) e o cantor Tony Allysson (Goiânia)

Pregações
Com Vicente Gomes Machado, coordenador Arquidiocesano de Goiânia; Tony Allysson; Sidney Dias Rocha, Coordenador do Vinde e Vede 2012

Missas
Com os padres Renato de Jesus Pereira Paganini, Jairo Antonio de Souza, Vandaike Costa Araújo, José Carlos e com Dom Luis Mancilha Vilela, arcebispo de Vitória.

Perseguição Religiosa: Conselho de psicologia inicia um processo de cassação de Marisa Lobo


Psicóloga Marisa Lobo tem 15 dias para negar sua Fé em Jesus, dados pelo Conselho Federal Homofascísta de Psicologia. Leiam seu depoimento Impressionante. Parece, ao ler, que estamos na China, Cuba ou Coreia do Norte mas, é nosso querido Brasil.


Conselho de psicologia inicia um processo de cassação de Marisa Lobo perseguição religiosa

Conselho de psicologia da um prazo de 15 dias para que Marisa Lobo tire das redes sociais toda mídia que a vincule a sua fé Cristã estando ameaçada de cassação..

No último dia 09 de fevereiro às 11 horas da manhã a psicóloga Marisa Lobo, recebeu uma convocação para se apresentar ao conselho regional de psicologia, motivo seriam várias denúncias recebidas pelas redes sociais sobre seu exercício profissional.
Ao chegar ao conselho, Marisa Lobo, tirou uma foto lendo a bíblia, dizendo estar lendo seu manual de ética enquanto aguardava. (foto postada nas redes sociais, que já virou motivo de perseguição).

Ao entrar no conselho foi recebida por duas fiscais, que a colocaram a par das denúncias, todas feitas por ativistas gays, usuários de maconhas e ateu, que estavam se sentindo incomodados com a postura da mesma em se declarar psicóloga e cristã, por assumir em suas redes sociais que é Cristã, e pelos seus questionamentos de conteúdo do kit gay.

As fiscais leram todo código de ética, reforçando que ela é muito conhecida e que sua posição fere o conselho de psicologia e estão induzindo pessoas a posições contrárias ao homossexualismo e a convicções religiosas.


Relata Marisa Lobo
"Sobre a mesa colocaram Xerox de recados de twitter, o que me deixou indignada, como poderia estar sendo chamada para discutir ética, por denúncias de ateus, militantes gays, canabistas sem base legal alguma e que claramente me perseguem pelas minhas posições de direito de professar minha fé. Me senti perseguida, ouvi coisas absurdas, uma pressão psicológica que se eu não tivesse sanidade mental, teria me acovardado e desistido de minha fé."
"Tentaram o tempo todo me vincular a homofobia, deixei claro que processaria todos eles, pois não sou homofóbica, nunca agredi ninguém apenas tinho minhas opiniões, que foram claramente negadas a mim pelas fiscais, me senti tolhida em meu direito de liberdade de expressão."

Frase que foram ditas pelas fiscais que me indignaram
  • "Você não tem o direito, não pode se disser Cristã e psicóloga ao mesmo tempo é ferir o código de ética."
  • "Você não pode dizer que Jesus cura, sendo psicóloga,"
  • "Você não pode se disser psicóloga e cristã, guarde sua fé pra você, não tem direito de externar para mídia."
  • "Você não pode dar declarações que induza pessoas a acreditar que seu Deus cura, como faz em seus sites e blogs."
  • "você não tem direito de dizer em público que ama gay, mas quer ter um filho hetero."
"Me questionaram  que eu disse, em uma palestra que não acredito em cura da dependência química sem Deus."

"Quando mandei que me dessem um exemplo de cura da dependência química só pela ajuda psicológica, ficaram em silêncio, eu disse que conheço centenas de casos, falei das estatísticas das comunidades e serviços que trabalham a fé, e dos meus 15 anos de trabalho na área vendo os milagres da transformação, apenas por dar essa oportunidade as mães e usuários de saberem que existe um Deus que pode tirá-los desse lixo que a psicologia não tem conseguido. Claro que a situação ficou mais crítica."
"Entendi que, a pessoa pode morrer, na sua frente, mas você como psicólogo não pode em nenhum momento, falar de Deus para pessoa."

"Contei o exemplo de uma mulher que entrou em meu consultório e me disse:"
"Dê-me uma razão para viver, ou vou sair daqui e vou desistir da minha vida!!!"
"Eu dei, Deus, ela está viva e bem até hoje."

"E perguntei o que deveria ter feito, já que ela tratava com psicólogos psiquiatras, tinha luto patológico, era depressiva suicida e não tinha vontade de viver, deveria deixá-la morrer então? A dar a ela a chance de acreditar que existe Deus, eternidade. Não souberam responder, enrolaram, e mudaram de assunto."

"Quando questionei que estavam me pedindo para negar Deus se quiser continuar exercendo minha profissão, elas se olhavam, e diziam: Não é isso, você pode ter sua fé mas não pode externar, guarde pra você, pois está induzindo pessoas a acreditarem em você pela sua influência."

 "Deixei claro que não uso a religião para tratar meus pacientes, não tenho nenhuma reclamação em 15 anos no conselho, eles sabem disso. Então não estava entendendo, porque tanto código de ética. Se com meus pacientes nunca cometi um erro."
"Sou uma cidadã livre, a constituição me dá esse direito de professar minha fé, fora do meu consultório, elas sempre debatiam dizendo" "como psicóloga não."

"Quando disse que então seria cassada, pois não negaria minha Fé, uma delas que disse:"
"Você não precisa ser cassada pode abandonar a psicologia"

"Disse que não abandonaria minha profissão, que não estou sozinha, que paguei caro pela minha formação, gastei anos da minha vida, e que não vou abandonar minha profissão, e que pago caro o conselho também elas me responderam:" "então deixe de falar de seu Deus de sua fé."

"Eu enfrentei e disse vamos para o enfrentamento e cassação."


"Conforme texto abaixo  tenho 15 dias tirar das redes sociais tudo que me ligue a religião, VEJA A MINHA RESPOSTA ABAIXO.NÃO NEGO MINHA FÉ."

 

http://resistenciacristaj.blogspot.com/2011/08/folha-traz-bomba-documentos-secretos.html

12 fevereiro 2012

A Consagração Total a Santíssima Virgem, pelo método de São Luis Maria Montfort

A Consagração Total a Santíssima Virgem, pelo método de São Luis Maria Montfort, é apresentada no seu livro "Tratado da Verdadeira Devoção a Santíssima Virgem". O Beato João Paulo II a viveu e a testemunhou, com o lema "Totus Tuus" ("Todo Teu", Todo de Maria). É uma devoção cristocêntrica, diz João Paulo II, pois "por Maria, vamos a Jesus" (São Luis Montfort).
Na II Campanha Nacional de Consagrações, em 2011, milhares de pessoas se Consagraram em todo o Brasil!
Queres também ser todo (a) de Maria?

“Maria, dá-nos Tua fé em Jesus-Eucaristia!” (“Tratado”, n. 214)

Venha a nós o Reino de Jesus Cristo, por meio do Reino de Maria!

Em 2011, com o apoio de muitas obras católicas, tivemos a II Campanha Nacional de Consagrações a Virgem Maria, pelo método que São Luis Maria G. de Montfort nos ensina no seu maravilhoso “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem”, com o intuito de, através da Santíssima Virgem, conhecer, amar e adorar mais perfeitamente a Nosso Senhor Jesus Cristo, a Própria Hóstia Consagrada.O resultado foi muito mais impactante do que poderíamos ter sonhado: milhares de pessoas fizeram a sua Consagração Total a nossa Mãe Santíssima, e o “Tratado” finalmente passa a ser mais conhecido entre os católicos do Brasil.Comemoramos em 2012 os 300 anos do “Tratado”, e para isso esperamos uma Campanha ainda maior! Cremos que há uma Graça especial do Céu, reservada para este momento especial.

A missão dos novos consagrados apenas começou, pois estes que se consagraram serão aqueles que em 2012 auxiliarão na propagação da Consagração Total, para trazer mais almas para o Jardim do Imaculado Coração da Santíssima Virgem, e tantas mais que serão salvas pela Consagração destas. Para que o Seu Coração Imaculado Triunfe!

Muitos de nós esperávam que o Santo Padre Bento XVI convocasse para 2012 um Ano Mariano, sobretudo após o Cardeal Ivan Dias haver declarado publicamente que os pedidos para que houvesse o Ano Mariano haviam chegado ao Papa. Mas o Santo Padre surpreende, e convoca o Ano de Fé para 2012-2013.

Vivemos, pois, os 50 anos do Concílio Vaticano II, bem como os 20 anos da publicação do Catecismo da Igreja Católica, e é preocupação do Papa levar os católicos a uma unidade interna da Igreja em torno da fé. O Catecismo da Igreja Católica, pois, foi publicado pelo Beato João Paulo II, com a finalidade de formar os católicos na Doutrina Oficial da Santa Igreja, corrigindo as interpretações distorcidas. Urge, portanto, que o Catecismo seja conhecido e estudado pelos católicos.

Com o Papa, temos a alegria de abraçar o Ano da Fé, esperando um Ano Mariano quem sabe de 2016 a 2017, quando teremos o Centenário das Aparições da Virgem em Fátima (em 2017), e ao mesmo tempo, os 300 anos da morte de São Luis Maria Montfort (em 2016); inclusive a Jornada Mundial da Juventude cogita-se que seja no Santuário de Fátima.

No Ano da Fé, a Consagração Total pelo método de São Luis se apresenta, de forma especial, como meio maravilhoso de os católicos renovarem o compromisso com a fé recebida no Batismo, pois a Consagração implica em uma renovação das promessas do Batismo (ver “Tratado” n.126-130).

Olhamos, então, para a Santíssima Virgem como “a Primeira que Acreditou”; Ela é a Igreja Realizada, Modelo e Figura da Santa Igreja (Lumen Gentium, n. 63), de modo que, de alguma forma, o nosso SIM à Revelação Divina é um eco do SIM da Virgem Maria. Peçamos que Ela nos dê “parte de sua fé”, como São Luis fala no “Tratado” (n. 214). Crendo, foi “Mulher Eucarística na totalidade de Sua Vida” (Ecclesia de Eucharistia, n. 53), a Primeira que adorou Jesus-Eucaristia, no Seu Ventre e no Sacramento. Se oferecendo ao Pai Eterno, levou a Sua fé até as últimas consequências, e junto com o Pai, amou tanto os Seus Filhos que ofereceu o Seu Filho Único para que fôssemos salvos. Junto com Bento XVI, “à Mãe de Deus, proclamada “Feliz porque Acreditou” (Lc 11,20), confiemos este tempo de graça”. (Carta Apostólica Porta Fidei).

Fonte: http://consagrate.com/

O Inferno

Fonte: Repórter de Cristo


O Inferno segundo Santa Teresa D’ Avila

1.Havia muito tempo que o Senhor me fazia muitas graças já referidas e outras ainda maiores, quando um dia, estando em oração, achei-me subitamente, ao que me parecia, metida corpo e alma no inferno. Entendi que o Senhor queria fazer-me ver o lugar que os demônios aí me haviam preparado, e eu merecera por meus pecados. Durou brevíssimo tempo. Contudo ainda que vivesse muitos anos, acho impossível esquecê-lo.
A entrada pareceu-me um túnel longo e estreito, semelhante a um forno muito baixo, escuro e apertado.  O chão tinha aparência de uma água, ou antes, de um lodo sujíssimo e de odor pestilencial, cheio de répteis venenosos. No fundo havia uma concavidade aberta numa parede, como um armário, onde me vi, encerrada de maneira muito apertada.
2.O tormento interior é tal, que não há palavras para o definir, nem se entende como é realmente.Na alma senti tal fogo, que não tenho capacidade para o descrever. No corpo eram incomparáveis as dores. Tenho passado nesta vida dores gravíssimas. No dizer dos médicos são as maiores que se podem suportar, como, por exemplo, quando se encolheram todos os meus nervos, e fiquei tolhida. Já não falo de outras muitas dores de diversos gêneros e até algumas causa das pelo demônio. Posso afirmar que tudo foi nada em comparação do que ali experimentei.

O pior era saber que seria sem fim, sem jamais cessar.

Sim, repito, tudo mais pode chamar-se nada em relação ao agonizar da alma: é um aperto, um afogamento, uma aflição tão intensa, e acompanhada de uma tristeza tão desesperada e pungente, que não sei como posso explicar semelhante estado! Compará-lo à sensação de que vos estão sempre a arrancar a alma, é pouco. Em tal caso, seria como se alguém nos acabasse com a vida. Aqui é a própria alma que se despedaça. O fato é que não sei como descrever aquele fogo interior e aquele desespero que se sobrepõem a tão grandes tormentos. Eu não via quem os provocava, mas sentia-me queimar e retalhar.Piores, repito, são aquele fogo e aquele desespero que me consumiam interiormente.
Em lugar tão pestilencial, sem esperar consolo, é impossível sentar-se, ou deitar-se, nem há espaço para tal. Puseram-me numa espécie de fenda cavada na muralha. As próprias paredes, espantosas à vista, oprimem, e tudo ali sufoca. Por toda parte trevas escuríssimas.Não há luz. Não entendo como, sem claridade, se enxerga tudo, causando dor nos olhos. Nesta ocasião o Senhor não quis que eu visse mais de tudo aquilo que há no inferno.Em outra visão, vi coisas horripilantes acerca do castigo de alguns vícios. Pareceram muito mais horrorosas à vista. Como não sentia a pena, não me causaram tanto temor como na primeira visão, na qual o Senhor quis que eu verdadeiramente sentisse aquelas torturas e aquela aflição de espírito como se o corpo as estivesse padecendo. Como foi isso, não sei, mas bem entendi ser grande graça do Senhor querer que eu visse, com meus olhos, de onde sua misericórdia me havia livrado.
 Verdadeiramente é nada ouvir discorrer, ou ainda meditar, sobre a diversidade dos tormentos, como eu de outras vezes havia feito, embora raramente. A feição de minha alma não é ser levada pelo temor. Lia que os demônios atenazam as almas e lhes infligem outros suplícios. Tudo é nada a respeito da verdadeira pena, que é muito diferente. Numa palavra, é tão diferente quanto o esboço o é da realidade. Queimar-se aqui na terra é sofrimento muito leve em comparação com aquele fogo de lá.
4. Fiquei tão aterrorizada, e ainda agora o estou enquanto escrevo, apesar de terem decorrido quase seis anos. De tanto temor, tenho a impressão de ficar gelada. Desde então, ao que me recordo, cada vez que tenho sofrimentos ou dores, tudo o que se pode passar na terra, me parece nada. Penso que em parte nos queixamos sem motivo. Foi esta, repito, uma das maiores graças que o Senhor me fez. Valeu-me imensamente, quer para perder o medo quanto às tribulações e contradições desta vida, quer para me esforçar em padecê-Ias e a dar graças ao Senhor, por me ter livrado, ao que agora me parece, de males tão perpétuos e terríveis.

A visão do Inferno segundo Santa Maria Faustina

Hoje, conduzida por um Anjo, fui levada às profundezas do Inferno um lugar de grande castigo, e como é grande a sua extensão. Tipos de tormentos que vi:
  • Primeiro tormento que constitui o Infernoé a perda de Deus;
  • osegundo,o contínuo remorso de consciência;
  • oterceiro,o de que esse destino já não mudará nunca;
  • oquarto tormento, é o fogo que atravessa a alma, mas não a destrói; é um tormento terrível, é um fogo puramente espiritual, aceso pela ira de Deus;
  • oquinto é a contínua escuridão terrível cheiro sufocante e, embora haja escuridão, os demônios e as almas condenadasvêem-se mutuamente e vêem todo o mal dos outros e o seu.
  • O sexto é acontinua companhia do demônio;
  • osétimo tormento,o terrível desespero, ódio a Deus, maldições, blasfêmias.
São tormentos que todos os condenados sofrem juntos. mas não é ó fim dos tormentos.Existem tormentos especiais para as almas,os tormentos dos sentidos. Cada alma é atormentada com o que pecou, de maneira horrivel e indescritível. Existem terríveis prisões subterrâneas, abismos de castigo, onde um tormento se distingue do outro. Eu teria morrido vendo esses terriveis tormentos, se não me sustentasse a onipotência de Deus.
 QUE o pecador saiba que será atormentado com o sentido com que pecou, por  toda a eternidade.
Estou escrevendo por ordem de Deus, para que nenhuma alma se escuse dizendo que não há inferno ou que ninguém esteve ‘lá e não sabe como é.
Eu, Irmã Faustina, por ordem de Deus, estive nos abismos para falar às almas e testemunhar que o Inferno existe. Sobre isso não posso falar agora, tenho ordem de Deus para deixar isso por escrito. Os demônios tinham grande ódio contra mim, mas, por ordem de Deus tinham que me obedecer O que eu escrevi dá apenas uma pálida imagem das coisas que vi.; Percebi, no entanto, uma coisa: o maior número das almas que lá estão é justamente daqueles que não acreditavam que o Inferno existisse. Quando voltei a mim, não podia me refazer do terror de ver como as almas, sofrem terrivelmente ali e, por isso, rezo com mais fervor ainda pela conversão dos pecadores; incessantemente, peço a misericórdia de Deus para eles.“O meu Jesus, prefiro agonizar até o fim do mundo nos maiores suplícios a ter que vos ofender com o menor pecado que seja.”
Que o pecador saiba que será atormentado com o sentido com que pecou, por  toda a eternidade.
Estou escrevendo por ordem de Deus, para que nenhuma alma se escuse dizendo que não há inferno ou que ninguém esteve ‘lá e não sabe como é.
Eu, Irmã Faustina, por ordem de Deus, estive nos abismos para falar às almas e testemunhar que o Inferno existe. Sobre isso não posso falar agora, tenho ordem de Deus para deixar isso por escrito. Os demônios tinham grande ódio contra mim, mas, por ordem de Deus tinham que me obedecer O que eu escrevi dá apenas uma pálida imagem das coisas que vi.; Percebi, no entanto, uma coisa: o maior número das almas que lá estão é justamente daqueles que não acreditavam que o Inferno existisse. Quando voltei a mim, não podia me refazer do terror de ver como as almas, sofrem terrivelmente ali e, por isso, rezo com mais fervor ainda pela conversão dos pecadores; incessantemente, peço a misericórdia de Deus para eles. “O meu Jesus, prefiro agonizar até o fim do mundo nos maiores suplícios a ter que vos ofender com o menor pecado que seja.”

 O Inferno segundo Medjugorje

Durante uma aparição, Nossa Senhora desapareceu e os videntes tiveram uma visão terrível e horrenda do Inferno. Depois Nossa Senhora apareceu e disse:
Não tenham medo! Eu lhes mostrei o Inferno para que vocês pudessem ver o estado daqueles que se encontram lá.
 Quatro dias depois, durante uma aparição, Nossa Senhora desapareceu e diante deles puderam ver o Inferno. Era horrível, indescritível, parecia um mar de fogo, onde moviam-se figuras negras e estranhas. As pessoas que lá chegavam tinham o aspecto humano, mas eram, logo, totalmente transformadas em monstros a blasfemar o tempo todo. Havia gente estranha com chifres e rabos, repugnantes, todas escuras, como demônios. Viram uma moça loira com cabelos longos e chifres, sofrendo no fogo, e rodeada por demônios a saltar. Dois dos videntes, com medo, não quiseram ver. Nossa Senhora respeitou sua liberdade.

A Visão do inferno segundo aparições de Fátima!

Nossa Senhora mostrou-nos um grande mar de fogo que parecia estar debaixo da terra. Mergulhados nesse fogo, os demônios e as almas, como se fossem brasas transparentes e negras ou bronze’ com forma humana, que flutuavam no incêndio
levadas pelas chamas; que delas mesmas saiam ,juntamente com nuvens de fumo, caindo para todos os lados, semelhante ao cair das fagulhas em grandes incêndios, sem peso nem equilíbrio, entre gritos e gemidos de dor , desespero que horrorizava e fazia estremecer de pavor. Os demônios ; distinguiam-se por formas horríveis e asquerosas de animais espantosos e desconhecidos, mas transparentes como negro carvão em brasas.
Em seguida, levantamos os olhos para Nossa Senhora a que nos disse com bondade e tristeza Vistes o inferno para onde vão as almas dos pobres pecadores. Para as salvar, Deus quer estabelecer no mundo a devoção ao meu imaculado coração Imaculado Coração. Se fizerem; salvar-se ão muitas almas e terão paz: A guerra vai acabar ‘Mas, se não deixarem de ofender a Deus, no reinado de Pio XI começará outra pior. Quando virdes uma noite alumiada por uma luz desconhecida que é o grande sinal que Deus nos dá de que vai punir o mundo de seus crimes, por meio da guerra, da fome e de perseguições a Igreja e ao Santo Padre. Para a impedir ,virei pedir a consagração da Rússia a Meu Imaculado Coração a comunhão reparadora aos primeiros sábados.

 


11 fevereiro 2012

Cartas Encíclicas

Fonte: Repórter de Cristo



CARTA ENCÍCLICA ou ENCÍCLICA (Epistolae Encyclicae – Litterae Encyclicae)
A encíclica é uma circular, uma forma muito antiga de correspondência eclesiástica, que denota de forma particular a comunhão de fé e caridade que existe entre as várias comunidades que formam a igreja.
Já nos primeiros séculos da Igreja os Bispos escreviam cartas circulares aos seus irmãos no episcopado a respeito de assuntos doutrinários ou disciplinares, com o intuito de assegurar a unidade entre a doutrina e a vida eclesial. Como exemplo pode-se citar S. Atanásio (†373), tendo em mira a heresia ariana que ameaçava a integridade da fé. Através das Encíclicas podem ser tratados assuntos relativos à matéria doutrinária em variados campos: fé, costumes, culto, doutrina social, etc.
O que um Bispo efetuava em relação aos seus vizinhos, o Pontífice Romano tem a oportunidade de o fazer em relação à Igreja inteira, ficando o termo (carta) encíclica reservado aos escritos papais, ao passo que os demais Bispos escrevem Cartas Pastorais.
As cartas encíclicas têm formalmente o valor de ensino dirigido à Igreja Universal. As encíclicas não promulgam definições dogmáticas; abordam, sim, algum ponto doutrinário que esteja sendo mal entendido; propõem orientações em situação difícil, exaltam a figura de algum(a) Santo(a), procurando sempre fortalecer a vida cristã do povo de Deus.
Embora não contenham definições infalíveis, as encíclicas merecem respeito e submissão, que levam a nada dizer ou escrever em contrário ao ensinamento de alguma encíclica, devido à importância e à verdade que contêm. Todo cristão deve conceder às encíclicas consentimento, obediência e respeito.
O Papa Pio XII observou que as encíclicas, ainda que não sejam a forma usual de promulgar pronunciamentos infalíveis, refletem o Magistério Ordinário da Igreja e merecem esse respeito da parte dos fiéis (Humani generis,1950).
Quando tratam de questões políticas, econômicas ou sociais, as Encíclicas são dirigidas, normalmente, não só aos católicos, mas também a todas as pessoas, prática que foi iniciada pelo Papa João XXIII com a sua encíclica Pacem in terris (1963). Em alguns casos, como o da encíclica Veritatis Splendor (1993) de João Paulo II, o Papa só inclui os Bispos na sua saudação de abertura, ainda que pretenda que a encíclica sirva de instrução a todos os fiéis, isto ocorre porque os Bispos são os Pastores que ensinam aos fiéis a doutrina.
Somente no século XVIII, o costume de enviar encíclicas foi reavivado sob o pontificado de Bento XIV (1740-1758), quando a encíclica passou a ser entendida como em nossos dias, sendo a forma mais pessoal e espontânea pela qual o Papa exerce seu ministério de Pastor universal.
A partir de Gregório XVI (1831-46), os Papas têm multiplicado as suas encíclicas, de modo que através delas se pode acompanhar a vida da Igreja. Leão XIII (1878-1903) mudou a ênfase das encíclicas, excedendo em mais que o dobro o número de encíclicas escritas pelo seu predecessor Pio IX (1846-1878), com 75 encíclicas no total.
Leão XIII também mudou a ênfase do tom das encíclicas, o qual havia sido, até então, proeminentemente condenatório. Ele começou a esboçar uma ideia rápida, de forma positiva, de como a Igreja devia responder aos problemas concretos, especialmente no campo ético-social. A abordagem inovadora de Leão XIII popularizou as encíclicas como pontos de referência, não apenas para a doutrina Católica, mas também para muitos programas de ação social.
Em latim distinguem-se Litterae encyclicae (Carta encíclica) e Epistolae Encyclicae (Epístola encíclica), que tem destinatários mais restritos. As Epístolas Encíclicas são pouco utilizadas e quase não diferem das Cartas Encíclicas, destinando-se a dar instruções, por exemplo, a alguma devoção ou necessidade especial da Santa Sé (a um evento especial como o Ano Santo).
Geralmente as encíclicas se dirigem aos Patriarcas, Arcebispos, Bispos, Presbíteros, Filhos e Filhas da Igreja; todavia o círculo pode-se alargar para compreender também os homens de boa vontade (ver a encíclica Redemptor Hominis de João Paulo II), como pode estreitar-se, abrangendo apenas o episcopado e os fiéis de uma nação, usando a língua de tal povo. Foi isto que aconteceu na encíclica de Pio XI Non abbiamo bisogno (20/06/31) sobre o fascismo e na encíclica Mit brennender Sorge do mesmo Papa (21/03/37) sobre o nacional-socialismo.
Quando redigida em latim (língua habitual), a encíclica é muitas vezes acompanhada de uma tradução italiana. O título que se dá à encíclica deriva das suas primeiras palavras em latim. Por exemplo: a encíclica do Papa Paulo VI sobre a imoralidade da contracepção, intitulou-seHumanae vitae, (Vida Humana).
Tipos de encíclicas
De acordo com a matéria que tratam, as encíclicas podem ser:
Encíclicas doutrinais: Sobre uma doutrina que é extensamente desenvolvidapelo papa no documento. Muitas destas encíclicas marcaram significativamente a vida da Igreja. Entre as mais recentes estão: Mistici corporis Christi (1943), do Papa Pio XII, sobre a Igreja como o Corpo Místico de Cristo; Deus Caritas Est (2005), do Papa Bento XVI, sobre o amor cristão; eSpe Salvi (2007), do Papa Bento XVI, sobre a esperança cristã. Algumas encíclicas doutrinais condenam opiniões teológicas, explicando o erro e ensinando a doutrina ortodoxa, por exemplo, Humanae vitae (1968), do Papa Paulo VI, reafirmou o ensino da Igreja sobre a contracepção; e Evangelium Vitae (1995), do Papa João Paulo II, aprofundou o ensino da Igreja acerca da defesa e da dignidade da vida humana.
Outros exemplos de Encíclicas doutrinais:
·         Divino afflante Spiritu (1943),do Papa Pio XII, promovendo os Estudos Bíblicos;
·         Mediator Dei (1947), do Papa Paulo VI, sobre a Eucaristia;
·         Redemptor hominis (1979), do Papa João Paulo II,sobre a redenção e a dignidade do homem;
·         Dives in misericordie (1980) do Papa João Paulo II, sobre a Divina Misericórdia;
·         Dominum et vivifiantem (1986), do Papa João Paulo II, sobre o Espírito Santo na vida da Igreja e do Mundo;
·         Humani generis (1950), do Papa Pio XII, na qual esclareceu falsas opiniões que ameaçavam abalar os fundamentos da doutrina católica;
·         Veritatis splendor (1993), do Papa João Paulo II, refere-se às questões fundamentais da teologia moral, advertindo sobre os perigos apresentados pelas teorias morais do consequencialismo e relativismo.
Encíclicas sociais: esses documentos foram elaborados a partir do final do século XIX, em que os Papas têm formulado a doutrina social da Igreja, tendo grande impacto na vida eclesial, por exemplo, a Rerum novarum (1891), do Papa Leão XIII, sobre os problemas do capital e do trabalho; e Centesimus annus (1991) do Papa João Paulo II, sobre várias questões sociais.
Outros exemplos de Encíclicas sociais:
·         Quadragesimo anno (1931), do papa Pio XI, sobre a reconstrução da ordem social;
·         Mater et magistra (1961), do papa João XXIII sobre o Cristianismo e o progresso social;
·         Populorum progresio (1967), do papa Paulo VI, sobre o desenvolvimento dos povos;
·         Laboren exercens (1981), do papa João Paulo II, sobre o trabalho humano;
·         Sollicitudo rei socialis (1987), do papa João Paulo II, sobre a preocupação social da Igreja.
Encíclicas Exortatórias: tratam especificamente de temas espirituais, sendo seu propósito principal ajudar os fiéis na sua vida sacramental e devocional. Exemplos são: Haurietis aquas(1956) do Papa Pio XII, sobre a devoção ao Sagrado Coração; e Redemptoris mater (1987) do Papa João Paulo II, sobre o papel da Virgem Maria na vida da Igreja.
Encíclicas Disciplinares: tratam de questões particulares, disciplinares ou práticas. Exemplos: Fidei donum (1957) do Papa Pio XII, que deu início à transferência de muitos sacerdotes para terras de missão; e Sacerdotalis caelibatus (1967), do Papa Paulo VI, que reafirmou a tradição latina do celibato sacerdotal.


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"Despojemo-nos das ações das trevas e vistamos as armas da Luz" Rm 13,12
CEFAS, oriundo do nome de São Pedro apóstolo, significa também um Acróstico: Comunhão para Evangelização, Formação e Anúncio do Senhor. É um humilde projeto de evangelização através da internet, buscando levar formação católica doutrinal e espiritual.