09 outubro 2009

Os Cristãos e as Novelas - Formação Humana

Algumas vezes ouvi repetidos comentários contrários acerca das novelas televisionadas:
- É sempre tudo igual!
- Você já sabe que a mocinha vai sofrer horrores e no fim vai ficar com o mocinho!
Contrariando as expectativas, preciso dizer:
-Não é bem assim!

Digo por experiência! Experiência mesmo! De quem foi telespectadora ativa na fase Malhação dos anos 90 e inicio dos anos 2000. De desmarcar tudo com todos só para ficar diante da TV, no fim de tarde, vendo as armações dos adolescentes, e que nem por decreto lei, perdia último capítulo de novela das 8, sem a certeza de que ao menos o vídeo cassete ( Sim! O velho vídeo cassete) iria gravar tudo. Era, na verdade, insuficiente ver o capítulo final, sendo VITAL revê-lo, no sábado, com muito mais calma, me deliciando com cada detalhe da trama se descortinando! Você já fez isso também! Pode confessar!

Criticar a novela, pela novela em si, seria tolice! Metade dos brasileiros são noveleiros. Basta você perguntar no seu trabalho, faculdade ou colégio:
- Como foi mesmo o capitulo de ontem?
Ou Ainda:
- Por que mesmo a Fulaninha não quer mais ficar com o Sicraninho?
E começam os resumos dignos de filme!

Desde a minha experiência com Deus, fui parando de assistir novelas. Afinal, a URGENTE NECESSIDADE VITAL de ver o último capítulo foi dando espaço a VIDAS, muito mais necessitadas ,de conhecer a Cristo. E aí, sem forças externas, fui me desapegando desse vício pessoal.

Hora e outra, esbarrava no televisor, que já não me atraía tanto. Já não me fisgava, como antigamente, quando era capaz, como MILHÕES de brasileiros, de passar 4 horas diante da TV só assistindo a vida do Fulaninho, que tem caso com a Sicraninha, que é irmã por parte de pai do Beltrano, mas que na verdade, não sabe de nada disso e dá asas a um AFFAIR ...

Mas o problema, como já disse, não é a novela em si. Não é o inicio e o fim da história. Mas o, IMENSO e comprometedor, MEIO. O meio, meus amigos, é o que destrói com tudo.

Para escrever esse artigo, recebi uma missão: Passar uma noite, das 18h às 22h, assistindo a novelas. Meus editores queriam qualidade, consistência nos argumentos. Confesso que depois da primeira hora me vi pronta. Não posso desprezar a bagagem de experiência que trouxe, afinal, foram 17 anos vendo novelas! Muitas novelas!

Existe uma tendência atual dos famosos escritores de telenovelas de tornar os personagens fictícios o mais próximo possível da realidade do MUNDO. Frise-se: Da realidade do MUNDO. É por isso que, explicitamente, assume-se o relativismo, o sensualismo, o egoísmo, etc. como grande norte a guiar os personagens.

A verdade é que olhando hoje, com o olhar de batizada, Cristã, tive certa dificuldade de reconhecer quem era a mocinha, e o mocinho.

A tendência é tão séria, que passamos a torcer para que a mocinha, que é a boa, repito: boa; minta, engane, traia, mate, roube, porque afinal, ela precisa ficar com o mocinho. E a trama nos envolveu de tal forma, que achamos razoável tudo isso. Razoável a mocinha se passar pela Irmã, para levar seduzir o o bandidão , pra roubar as informações que precisa, pra depois VINGAR-SE de todo o mal que o “malfeitor” fez para ela e o mocinho.

Sabe o que me escandaliza? É que engolimos isso, com olhos brilhando, coração palpitando de emoção porque enfim a mocinha vai conseguir dar o troco.

Esta aí estampado a razão das mazelas trazidas pelas telenovelas, e o motivo pelo qual vem se tornando não recomendadas a qualquer batizado. Qualquer BATIZADO. QUALQUER FILHO DE DEUS. Este artigo, não é para membro religioso ou leigo Consagrado apenas. Foi feito pensando em você. Melhorando a clareza: - As telenovelas de hoje, e a cada dia mais, não são recomendadas para TODO e QUALQUER BATIZADO.

Acompanhe comigo: Como batizado, você é filho de Deus. Deus é bondade em essência e conseqüência. Sendo filho, você é imagem e semelhança de Deus. Isto quer dizer que, cada vez que você se aproxima da vivência da bondade, do Amor, se aproxima da sua identidade mais profunda, torna-se quem de fato você é. Admitamos, que os valores que as novelas de hoje portam, distam a léguas, da bondade e do amor, em essência e conseqüência, como é Deus. O que existe é em suma , um espírito de “ O Fim justifica os meios!”. O que contraria o Evangelho, que é luz, lâmpada que deve guiar todo batizado!

O que acontece em resumo é o seguinte: Os seus valores geralmente são formados a partir do ambiente em que você vive. Você é fortemente motivado a tolerar e viver aquilo que lhe cerca. Por isso, o engajamento na Igreja, seja na sua paróquia, seja em um grupo de oração é tão importante, pois esse ambiente propício lhe impulsiona a viver melhor o evangelho, lhe forma quanto ao magistério da Igreja e muitas vezes é sustento na caminhada. Por outro lado, se você vive em meio à violência, de ordinário, tolerará muito mais a violência, se você tem o costume de xingar, tolerará xingamentos, se você vive entre a mentira, aceitará facilmente as mentiras. Se você assiste uma programação televisiva que trás mentalidades relativistas, sofre o grande e perigoso risco de tornar-se relativista. E aí, seguir a Cristo ficará ainda mais difícil, pois, nas palavras do nosso amado Papa Bento XVI, “Quem quer seguir a Cristo em caminhos fáceis EQUIVOCOU-SE de direção!”.

A novela, age no seu(nosso) subconsciente, mais do que você (nós) possa imaginar. Ela vai modulando suas reações, seus conceitos e valores.

As novelas que temos hoje, trazem mentalidades mundanas muito fortes! Uma indefinição sexual escancarada sendo traduzida na tela de maneira tão sutil e inteligente, que terminamos por não achar mal nisso. Afinal nos é passado tão belamente que essa é a realidade do mundo, a pessoa tem a livre opção, de optar em usar a sexualidade como quiser! E temos que respeitar! Não é mesmo? Engraçado, para não dizer triste, mas essa identidade nos foi dada por Deus, e isso não se muda ao meu ou ao seu querer.

Traições freqüentes, sexo banalizado, mentiras, corrupção, ardil, malícia. Isto nos atinge de frente! Isto nos fere de frente. Pois vai interferindo diretamente nas nossas mentalidades. E nem vale dizer que você é cheio de personalidade, que consegue fazer distinção entre a ficção e sua vida, e que não se deixa influenciar por isso. Eu lhe pergunto:
- Quais são as roupas que você tem usado? Como é seu corte de cabelo? Qual o jargão que você tem repetido?

Acredite! Provavelmente eles estão ou estiveram no ar em alguma novela. O melhor caminho é o de desviar. Afinal, tentação é tentação, e a gente não enfrenta de cara, mas inteligentemente, desvia. Aproveite o tempo com sua família, com esportes, lendo um bom livro, rezando, ou vendo outro programa, que não traga a mesma carga de valores.

O importante é que você compreenda que não se trata de algo que você perde, em razão de nada. Não! Você ganha muito mais! Ganha mais tempo! Ganha uma vivência mais encarnada do Evangelho, ganha intimidade com Deus, pois passa a viver a vontade Dele, e isso rende FELICIDADE! Faça a experiência! Sobreviva aos primeiros dias, à força da rotina e do costume, da abstinência da novela! Deus quer e por isso você pode!

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Marcela Mendonça
Comunidade Católica Shalom

01 outubro 2009

CHAMADOS À SANTIDADE

QUANDO CAMINHAMOS EM BUSCA DA SANTIDADE PERECEBEMOS QUE DEUS VAI PREENCHENDO TODO VAZIO INTERIOR QUE EXISTE EM NÓS, SER SANTO NÃO É ILUSÃO OU FANATISMO, É SIM RESPONDER AO ANSEIO DE FELICIDADE QUE EXISTE EM CADA UM, SÓ É FELIZ QUEM DESCOBRE O VERDADEIRO SENTIDO DA VIDA.





Desde a Antiga Aliança, realizada através dos Patriarcas, Deus chama o povo à santidade:

“Eu sou o Senhor que vos tirou do Egito para ser vosso Deus. Sereis santos porque Eu sou Santo”
(Lv 1,44-45). O desígnio de Deus é claro: uma vez que fomos criados à sua “imagem e semelhança” (Gen 1,26), e Ele é Santo, nós temos que ser santos também. O Senhor não deixa por menos. A medida e a essência dessa santidade é o próprio Deus. São Pedro repete esta ordem dada ao povo no deserto, em sua primeira carta, convocando os cristãos a imitarem a santidade de Deus:

“A exemplo da santidade daquele que vos chamou, sede também vós santos, em todas as vossas ações, pois está escrito: Sede santos, porque eu sou santo” (1Pe 1,15-16). São Pedro exige dos fiéis que “todas as vossas ações” espalhem essa santidade de Deus, já que vós sois, uma raça escolhida, um sacerdócio régio, uma nação santa, um povo adquirido para Deus, afim de que publiqueis o poder daquele que das trevas vos chamou à sua luz maravilhosa” (1Pe 29). Para São Pedro a vida de santidade era uma imediata conseqüência de um povo que ele chamava de “quais outras pedras vivas...materiais deste edifício espiritual, um sacerdócio santo” (1Pe 2,5).

Neste sentido exortava os cristãos do seu tempo a romper com a vida carnal: “luxúrias, concupiscências, embriagues, orgias, bebedeiras e criminosas idolatrias” (1Pe 4,3), vivendo na caridade, já que esta “cobre a multidão dos pecados” (1Pe 4,8).

Jesus, no Sermão da Montanha chama os discípulos à perfeição do Pai:

“Sede perfeitos assim como o vosso Pai celeste é perfeito” (Mt 5,45). Essas palavras fazer eco ao que Deus já tinha ordenado ao povo no deserto: Sede santos, porque eu sou santo” (Lv 11,44). Jesus falava da bondade do Pai, que ama não só os bons, mas também maus, e que “faz nascer o sol tanto sobre os maus, como sobre os bons, e faz chover sobre os justos e sobre os injustos” (Mt 5,45). Jesus pergunta aos discípulos: “Se amais somente os que vos amam, que recompensa tereis?” (46). Para o Senhor, ser perfeito como o Pai celeste, é amar também os inimigos, os que não nos amam. “Amai-vos os vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam, orai pelos que vos perseguem e vos maltratam” (44). E mais ainda: “Não resistais ao mau. Se alguém te ferir a face direita, oferece-lhe também a outra” (39).

Sem dúvida não é fácil viver essa grande exigência que Jesus nos faz, mas é por isso mesmo que ao cumpri-las vamos nos tornando santos, perfeitos, como o Pai celeste.




Todo o Sermão da Montanha, que São Mateus relata nos capítulos 5,6 e 7, apresenta-nos o verdadeiro código da santidade. É como dizem os teólogos, a “Constituição do Reino de Deus. Santo Agostinho, nos assegura que:

“Aquele que quiser meditar com piedade e perspicácia o Sermão que nosso Senhor pronunciou no Monte, tal como o lemos no Evangelho de São Mateus, aí encontrará, sem sombra de dúvida, a carta magna da vida cristã” (CIC, N° 1966).

É por isso que na festa de todos os santos a Igreja nos faz ler no Evangelho, as Bem aventuranças, que são o início, e como que o resumo, de todo o Sermão do Monte.

É importante perceber que São Paulo começa quase todas as suas cartas lembrando os cristãos do seu tempo de que são chamados à santidade. Aos romanos, logo no início, ele se dirige dizendo: “a todos os que estão em Roma, queridos de Deus, chamados a serem santos...” (Rom 1,7). Aos coríntios ele repete: “à Igreja de Deus que está em Corínto, aos fiéis santificados em Crsito Jesus chamados à santidade com todos...” (1Cor 1,2). Aos efésios ele lembra, logo no início, que o Pai nos escolheu em Cristo “antes da criação do mundo para sermos santos e irrepreensíveis diante de seus olhos” (ef 1,5). Aos filipenses ele pede que: “o discernimento das coisas úteis vos torne puros e irrepreensíveis para o dia de Cristo” (Fil 1,10).

“Fazei todas as coisas sem hesitações e murmurações a fim de serdes irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus íntegros no meio de uma geração má e perversa” (Fil 2,14).

Para o Apóstolo a santidade é a grande vocação do cristão. Ele diz aos efésios:

“Exorto-vos pois (...) que leveis uma vida digna da vocação a qual fostes chamados, com toda humildade, mansidão e paciência” (Ef 4,1). De maneira mais clara ainda ele fala aos tessalonicences sobre o que Deus quer de nós:

“Esta é a vontade de Deus: a vossa santificação; que eviteis a impureza; que cada um de vós saiba possuir o corpo em santificação e honestidade, sem se deixar levar pelas paixões desregradas como fazem os pagãos que não conhecem a Deus” (1 Tess 4,3-5).

É o amor de Deus que nos leva à santidade. Só por amor ao Senhor, que nos criou e nos resgatou, é que seremos impulsionados, por dentro, a buscar uma vida perfeitamente conformada com a sua santa vontade.

Sabemos que “Deus é amor” (1Jo 4,8), e que, portanto, tudo o que ele faz é por amor e para o amor. Assim, o mundo criado com todas as maravilhas dos reinos mineral, vegetal e animal, espelham a sua glória, o seu poder e, acima de tudo, o seu amor para conosco, já que tudo foi feito para nós, criaturas humanas. Tudo o que os nossos olhos vêem, e nos maravilham; tudo o que os nossos ouvidos ouvem, e nos encantam; tudo o que degustamos com prazer, é nos oferecido gratuitamente pelo Senhor, porque nos ama...

Se o amor de Deus por nós se manifesta na criação e na grandeza de cada ser humano, mais ainda esse amor se manifesta no mistério de nossa salvação. Em Jesus, o Verbo de Deus humanado, esse amor atinge o seu auge. Deus não poderia manifestar de maneira mais intensa o seu amor por nós, do que fazendo-se homem, assumindo a nossa carne e a nossa natureza humana. “Cristo veio principalmente, disse S. Agostinho, a fim de que o homem soubesse quanto Deus o ama”. A partir da Encarnação de Deus ninguém mais pode duvidar do seu amor por nós. Como dizia Santo Antonio, o corpo humano de Jesus foi uma “veste de penitência”. Ele a assumiu livremente, por amor, para pagar em si mesmo o preço dos nossos pecados (cf. Hb 9,26-28).

A partir dessa “experiência do amor de Deus”, a resposta de São Paulo a Deus foi uma resposta de amor sem limites: “A minha vida presente, na carne, eu a vivo na fé no Filho de Deus que me amou e se entregou por mim” (Gal 2,20). “Amor só se paga com amor”, ensinam os santos, não há outra moeda.





A santidade é a melhor resposta que damos ao amor de Deus. É esse amor retribuído que levaram os santos a fazerem a vontade de Deus e chegarem à santidade. Também conosco há de ser uma resposta pessoal ao amor com que Deus nos ama, a via da nossa santificação.

(Texto retirado do Livro Sede Santos de Felipe Rinaldo Queiroz de Aquino, págs. 10 a 15, Edições Cleófas, 2ª Edição, Lorena, São Paulo).

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17 setembro 2009

Reunião de Papa com todos os Patriarcas de Rito Oriental

Pela primeira vez na história da Igreja, o Santo Padre vai reunir-se, com os cinco Patriarcas Católicos de Rito Oriental (das igrejas maronita, melquita, síria, arménia e caldeia), ao mesmo tempo, no dia 19 deste mês. É um encontro muito importante para o futuro das relações entre todos nós e para a imagem pública de Igreja de Jesus Cristo.

Rezemos por este encontro.

16 setembro 2009

De bem com a vida

SER FELIZ É BOM DEMAIS!!!!!!



Começar o dia de bem consigo mesmo é um dos segredos para viver a felicidade. Numa sociedade pessimista e desesperançada, o brasileiro abate-se, não vislumbrando salda para os seus problemas. Culpa o governo, a vida, a falta de dinheiro e de trabalho pela infelicidade e mal-estar geral em que vive. É evidente que a sociedade não caminha às mil maravilhas. Os fatos estão aí, colocando à mostra as mazelas existentes - crise, miséria, corrupção, violência.

Não obstante a realidade dura em que todos nos debatemos, há pessoas que conseguem ter paz interior. Elas gostam de si mesmas, lutam pelas coisas que desejam, acreditam, têm esperança. Não são seres vindos de outro planeta. São pessoas como nós, mas que perceberam o alcance do otímismo em suas vidas.

Os otimistas sabem ver o lado positivo da vida. Acreditam no amor, na família, em Deus e, porque têm uma espiritualidade mais acurada, contornam melhor os problemas e sabem se equilibrar diante dos revezes. Não é que a vida seja um mar de rosas para eles. Mas, através da força interior que os sustenta, são capazes de superar os problemas sem grandes traumas.

Há também pessoas que não acreditam em nada, vêem tudo a partir de uma ótica cinza-escuro e fazem de um copo de água uma tempestade. São pessimistas por natureza. Não percebem o lado bom da vida, o amor que desabrocha nas pequenas coisas. Desconhecem que a maior oportunidade para realizar algo é a própria vida que oferece. Por que não aproveitá-la para entender e amar o próximo, saborear o que a vida apresenta de bom e sonhar com coisas possíveis de serem realizadas?

Amar a vida e a si mesmo, administrando as próprias verdades, é a melhor postura que o ser humano pode assumir. Mesmo se carrega um fundo de descontentamento, sempre é possível tomar consciência do problema e enfrentá-lo. Nesse caso, a pessoa pode mudar seu comportamento e aperfeiçoar-se até encarar o descontentamento como um problema superado - fazendo com que os acontecimentos da vida não tenham a força de um furacão destrutivo. A estabilidade emocional, parte integrante desse processo de amadurecimento, funciona como o fiel da balança, e dá uma visão equilibrada para a pessoa.

Quem vive num círculo fechado em torno do próprio eu não pode ser feliz. O espaço que deveria ser ocupado pêlos outros está fechado pelo egoísmo. Resultado: insatisfação consigo e com os outros.

Os pessimistas sufocam o ambiente em que vivem. Nunca estão bem e, por isso, são invejosos. Captam apenas o negativo existente ao seu redor, funcionando como multiplicadores da desgraça. Ao contrário, o otimista transmite seu modo de viver aos outros, contribuindo para que o ambiente em que se encontra seja o mais energizado possível. A tônica do seu alto astral baseia-se no amor, na autoconfiança, nos pensamentos positivos e na apreciação das coisas boas. Vive sintonizado no bem. É aberto e receptivo, por isso se posiciona de forma correta e vai em frente.

Descobre-se e se renova a cada dia, de acordo com a idade, a circunstância e o momento que está vivendo. Jamais pára e está sempre avançando no aperfeiçoamento pessoal. Em qualquer época da vida, se quiser, o homem tem algo a aprender com seu semelhante.

Hoje, num mundo contaminado pela febre do imediatismo, as pessoas estão cada vez mais impacientes, impulsivas, rotulando tudo com a marca da dificuldade: dentro e fora de casa, dentro e fora de si. O mundo está chateado, resmungão, agressivo, infeliz, porque as pessoas estão vivendo num baixo astral, contaminando-se umas às outras com o pessimismo. Mas é muito mais fácil culpar os outros pêlos males existentes do que assumir o próprio papel e contribuir para a melhoria da sociedade.

Se cada um colaborar um pouco, melhorando a si mesmo, a energia positiva passará a circular melhor no próprio ambiente, expandindo-se depois para um círculo maior, e contagiando o todo. Só dessa forma é possível construir uma sociedade onde o otimismo ajudará a vencer problemas tão profundos.

Viver positivamente exige que a pessoa cresça, amadureça, se desenvolva e aprenda a dar uma dimensão lógica e certa aos valores pêlos quais vale a pena lutar. Na inversão de valores em que hoje se vive, o ser humano está perdido num emaranhado sem saída por duas razões: não tem Deus e não tem amor. Quando Deus se torna uma presença viva dentro da pessoa, o amor a si mesmo e ao próximo brotam espontaneamente, motivando, através do otimismo, a busca da felicidade.

Fonte: Site catequisar

"Despojemo-nos das ações das trevas e vistamos as armas da Luz" Rm 13,12
CEFAS, oriundo do nome de São Pedro apóstolo, significa também um Acróstico: Comunhão para Evangelização, Formação e Anúncio do Senhor. É um humilde projeto de evangelização através da internet, buscando levar formação católica doutrinal e espiritual.